7 de fevereiro de 2026
16 de janeiro de 2026
Novo blog: As Capas Fonográficas de Joselito Mattos
Já está no ar o blog "As Capas Fonográficas de Joselito Mattos". Como eu havia prometido no livro biográfico que fiz em 2023 - "Joselito Mattos Solta seus Bichos" (Ed. Noir) - as capas que não entraram no livro, seriam disponibilizadas na rede futuramente. A ideia original era listar as capas num post aqui mesmo, no Almanaque, mas a criação de um blog específico se mostrou mais eficaz, além de não se ater a uma mera lista. Além das capas que foram pesquisadas, mas não entraram na biografia, há muitas capas de autoria de Joselito a serem registradas e descobertas. Por isso peço aos amigos e colegas pesquisadores que mergulham nesse reduto mágico das capas de discos - João Antônio Buhrer, KL Bahia, Floreal Andrade, José Zinnerman Nogueira, Gonçalo Junior, Egeu Laus, Ruy Castro, César Guisser, Luiz Octavio de Oliveira, Marcelo Fróes, Gilberto Inácio Gonçalves, Herom Vargas Silva, Ricardo Leite, e tantos outros - que mandem as capas criadas por Joselito (seja solo ou em parceria) para o meu e-mail marcosmassolini@uol.com.br, em alta resolução e se possível com dados como ano, gravadora e se estiver descrito, a especificação exata na ficha técnica (layout, fotografia, design, ilustração, ou como costuma vir, capa).
O endereço do blog é: www.ascapasdejoselitomattos.blogspot.com
Em tempo: não me esqueci das capas de revistas e de livros. Para não misturar com os discos, haverá num futuro próximo o blog específico para estas capas de Joselito Mattos.
11 de janeiro de 2026
Poesias viscerais diretamente do Ceará
No ano passado, participei mais uma vez do melhor evento de quadrinhos de São Paulo, o Gibi SP Festival, capitaneado pelos queridos Wilson Simonetto e Helena Hernandes. Entre tantas surpresas boas e encontros emocionantes, pude finalmente conhecer ao vivo o escritor e pesquisador Eduardo Pereira, que veio diretamente de Fortaleza-CE para lançar a sua biografia sobre Akira Toriyama, criador do megassucesso "Dragon Ball". Não pudemos conversar tanto como gostaríamos, por conta da movimentação constante em nossas respectivas mesas do evento, mas conseguimos trocar rapidamente bons papos culturais. Gentilmente, Eduardo, sabendo de meu gosto e de minhas atividades como poeta, me presenteou com livros de poesias viscerais, cada um a seu modo, e com fortes laços com o Ceará. Abaixo, um pouco sobre eles:
Fúria/José Alcides Pinto
José Alcides Pinto (1923-2008), jornalista, escritor e poeta nascido em Fortaleza-CE, é um verdadeiro ícone da poesia brasileira e um dos nomes mais conhecidos da Geração de 45. Filho de um capitão de tropa de ciganos, exerceu a pofissão de jornalista em vários jornais da capital federal entre os anos 1940 e 1960, como Diário Carioca, O Jornal, Diário de Notícias, Correio da Manhã, além da revista Leitura. Para os irmãos Pongetti, organizou duas antologias de novos poetas brasileiros, em 1950 e 1951 e em 1956, fundou no Ceará uma sucursal do movimento concretista. Com mais de 50 livros na carreira, entre contos, romances, poesia, ensaios críticos e peças teatrais, ganhou o prêmio Olavo Bilac pelo conjunto da obra, outorgado pela ABL. Sua literatura, carregada de polêmicas (sua obra poético-erótica Relicário Pornô, de 1982, é uma das mais incensadas e discutidas dentro desse gênero literário), vem recheada de mistérios, sobressaltos, universos fantásticos e sobrenaturais - como ele mesmo sempre deixava claro em suas conversas. Morreu atropelado por uma motocicleta em Fortaleza, aos 85 anos, em plena forma intelectual.
Poemas do Povo da Noite/ Pedro Tierra
Pedro Tierra é o pseudônimo de Hamilton Pereira da Silva, um sobrevivente do inferno carcerário do período mais perverso da ditadura militar. Esse livro nasceu dentro de centros de detenção e porões de tortura, com poemas lidos e declamados posteriormente em reuniões e atos pela Anistia e democracia na virada dos anos 1970/1980. A obra já está em sua 5ª edição, a última, publicada pela Fundação Perseu Abramo.
Esse livro de poesias de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros (nome de batismo do colunista e político Artur da Távola, 1936-2008) passou quase despercebido em 1986. Távola, que teve seu mandato de deputado estadual cassado pelo regime militar e iniciou sua carreira de comunicador no Chile, onde se exilou, já era bem conhecido como jornalista em jornais impressos (onde mantinha colunas sociais e sobre TV) quando lançou esse livro de poesias. Deputado Constituinte e um dos fundadores do PSDB, apresentou em seguida um programa sobre música clássica na TV Senado (por quase 20 anos) e foi diretor da Rádio Roquette Pinto. Lançou vários livros com o pseudônimo que usava na imprensa, mas um de seus grandes sonhos era ser reconhecido como poeta. Não conseguiu, mas graças a sua viúva Mirian Ripper - que dizia que o marido deixara poemas inéditos para três livros - teve um livro póstumo lançado, com 24 poemas inéditos (selecionados por Mirian), O Jugo das Palavras (Record, 2013). A sua poesia é bem interessante e transborda jogo de palavras, em um ritmo alucinante.
30 de dezembro de 2025
Feliz Ano-Novo! (com Dalcio Machado)
Esse ano louco, trágico, surpreendente, violento, desafiador, está se despedindo. 2025 entra para a história por vários motivos, entre eles, por ter sido o ano da COP30, realizada no Brasil, que se não teve um relatório final que batesse o martelo para retroceder finalmente o avanço da crise climática, deixou pontos importantes planando no ar e nas cabeças de muita gente que pode mexer os pauzinhos para ao menos minimizar a catástrofe natural que se aproxima. Outro motivo que fez de 2025 um ano inesquecível foi a prisão inédita na história do país, de militares, no caso, os fardados que tentaram o golpe contra a democracia. O ano também teve dose maciça de violência, com guerras pipocando em vários cantos do mundo, o feminicídio marcando sua presença nefasta no noticiário brasileiro e manifestações sociais em vários países - com os EUA de Trump numa ebulição interna que só deve crescer em 2026. Houve perdas que doeram - Lô Borges, Jards Macalé, Nana Caymmi, Pepe Mujica, Ozzy Ousborne, Angela Ro Ro, Preta Gil, Arlindo Cruz, David Lynch, Papa Francisco, Luiz Fernando Veríssimo, Diane Keaton, Brigitte Bardot (que deve ser reverenciada pela sua arte e defesa dos animais em contrapartida às suas declarações pessoais lastimáveis), Jussara Lanzelotti (filha do grande artista José Lanzelotti e guardiã do seu legado) Fausto Kataoka (o grande editor e gráfico, já homenageado aqui no blog) e Von Dews (grande pesquisador do universo Marvel e principalmente do universo dos X-Men). Pessoalmente, me despedi de amigos também: Ada Caperuto, que se foi tão jovem e no auge de sua criatividade como jornalista, escritora e artista e ontem, uma grande amiga da família, dona Iolanda, que viveu bastante e intensamente, sempre ajudando o próximo e distribuindo sua simpatia inerente. No campo do trabalho, o bolso ficou quase todo o tempo vazio, mas pude participar de projetos incríveis: um deles, o álbum "Fábulas de La Fontaine Ilustradas por Gustavo Doré", mais uma restauração e homenagem à Ebal do editor e amigo Francisco Ucha, onde pude participar, além da revisão e pesquisa, de um texto sobre os tradutores das fábulas publicadas nesse álbum originário dos anos 1960. O ano viu também mais uma biografia escrita por mim na série "Biografias Ilustradas" da Editora Criativo, com edição de Marcio Baraldi: "Bira Dantas - A Arte de Viver da Arte" - uma grande honra ter tido essa oportunidade de retratar a vida de um dos mais importantes artistas gráficos em atividade no Brasil. Para a Criativo escrevi também o texto de apresentação do álbum "A Turma do Ia Ia Iac", de Paulo Hamasaki e da biografia de Mario Mastrotti ("Quadrinhos Cúbicos") feita por Fernando Moretti - Mastrotti, aliás, que pude homenagear em artigo da revista Raízes, bem como a querida Ada Caperuto ( em parceria com Lilian Mendes). As revisões também foram intensas - "Olhares sobre Wolverine" (com organização de Guilherme Smee); "Curiosidades Marvel", obra escrita e pesquisada por Alexandre Morgado e editada por Levi Trindade; "Splash - Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos", um calhamaço formidável escrito e pesquisado pelo colossal Toni Rodrigues, também grande amigo; e a biografia de Akira Toriyama, do inoxidável Eduardo Pereira (a quem pude finalmente conhecer pessoalmente no Gibi SP Festival). Tive a honra também de revisar duas obras realizadas por membros de minha família: as ficções "Becos Etéreos" do meu sobrinho Guilherme Scapacherri e "Arevalidad", do meu cunhado Magno Veiga (obra com objetivos sociais). Graças ao meu sobrinho Gui, participei também do curta sobre a videolocadora Charada, heroica casa cultural da Zona Leste (escrevi sobre ela no blog), a sair em circuito comercial em 2026. E pude pela terceira vez, fazer a cobertura da CCXP, via LivedeQuadrinhos, do Ucha (a quem agradeço por mais essa oportunidade), ao lado do chapa Marcus Santana (as entrevistas estão linkadas em post anterior). Como escritor, participei de uma Fanzinada Especial num casarão no centro de São Paulo (lindo!), ao lado de Mastrotti, Paulo Baptista e outros amigos (Thina Curtis, valeu!) e consegui organizar dois Saraus na Livraria Casa das Ideias, aqui no meu bairro (um deles, foi devidamente registrado no blog). Por tudo isso, um ano intenso, em todos os sentidos. Reencontrei muitos amigos - em encontros da Turma do Ponto de Táxi, minha grande turma da mocidade e da Turma de Jornalismo da Metodista, com amigos essenciais na minha trejetória - e viajei com a família para lugares mágicos - Paraty, São Thomé das Letras e Ouro Preto. Que venha 2026, com saúde e muitas surpresas boas. A todos os leitores e seguidores do Almanaque do Malu, um ótimo e feliz ano à frente! Vamos que vamos.
Ilustrando esse último artigo do ano, um cartum (mais um) genial do sempre criativo Dalcio Machado.
27 de dezembro de 2025
Bau do Malu 91 - Cartão 'print' com as assinaturas originais dos membros do Iron Maiden
26 de dezembro de 2025
A biografia de Bira Dantas pela Editora Criativo
Desde julho estava escrevendo com muito carinho a biografia do múltiplo Bira Dantas (cartunista, caricaturista, quadrinhista) e finalmente neste final de dezembro ela ficou pronta na gráfica e já está disponível para venda no site da Editora Criativo (link abaixo). Essa série "Biografia Ilustrada", aliás, já ultrapassou 20 títulos, graças à dedicação e paixão dos "cabeças" dessa coleção, que homenageia tanta gente importante das artes gráficas e dos quadrinhos no Brasil: Carlos Rodrigues e Franco de Rosa (da Criativo) e Marcio Baraldi (do selo Grrr!) - e graças ao convite deste último, pude escrever a terceira biografia para a série (além do Bira, escrevi as biografias de Getulio Delphim e Paulo Hamasaki). Como muitos amigos e colegas de profissão comentam, Bira Dantas merece muito essa homenagem, não só pela sua importância para as nossas artes gráficas, mas pelo seu empenho e ação para que as HQs brasileiras tenham visibilidade e o respeito que merecem. Fiquei extremamente orgulhoso de ser o autor desse livro e um pouquinho decepcionado por não poder ter incluído tudo o que Bira já produziu nesses quase 50 anos de carreira - embora saiba que para isso, a biografia precisasse de mais de 200 páginas. De qualquer maneira, este volume inclui o melhor de Bira Dantas, esse artista incrível que não para de produzir (enquanto estou escrevendo aqui, certamente um novo projeto está sendo finalizado por ele). Obrigado, Bira, por tudo!
A biografia pode ser adquirida aqui: https://www.comix.com.br/graphic-book-bira-dantas-a-arte-de-viver-da-arte.html?srsltid=AfmBOopafUUZIpN6hJTxxUIPm29doz5BRJMINZDi0GZvlyvKZ1nB3Heh
Homenagem dupla na revista Raízes nº71: Ada Caperuto (1965-2025) e Mario Mastrotti
A última revista Raízes (a 71, lançada neste mês) me encantou deveras. Na mesma edição pude homenagear dois grandes amigos - aqueles de uma vida toda - e o resultado me emocionou profundamente. Mario Mastrotti é um artista muito conhecido no Grande ABC, muito por conta do seu personagem Cubinho, que surgiu em 1975 nas páginas do Diário do Grande ABC e conquistou um lugar no panteão das HQs brasileiras icônicas por tratar de temas corajosos (violência, guerra e igualdade em plena Ditadura Militar) e até então quase não comentados na imprensa (degradação ambiental, ecologia, racismo). Mastrotti desde então fez muito pelas artes gráficas brasileiras, criando outros personagens para jornais e revistas, unindo cartunistas do Brasil inteiro nas publicações cooperativas de sua editora Virgo e participando ativamente de salões de humor e mostras (como as mostras de aniversário do Cubinho em São Caetano, a precursora mostra em duas edições sobre os Beatles em São Caetano, os prêmios em salões de humor tanto nacionais como internacionais e sua participação ativa na produção do Salão de Humor de Doação de Órgãos, que rola a todo vapor há anos). Escrever um artigo sobre os 50 anos de sua carreira, ele que é um grande chapa com quem tive a honra de executar projetos mágicos (e ainda estamos nesse caminho) me fez mais feliz nessa reta final de 2025. A outra homenagem, para a querida amiga Ada Caperuto, que estudou na minha turma de jornalismo da Metodista (lá nos idos do final dos anos 1980), foi mais emocionante e dolorosa, pois ela nos deixou repentinamente no segundo semestre aos 60 anos, em plena atividade como jornalista, escritora e artista plástica. Em parceria com Lilian Mendes (que assinou o artigo) conseguimos homenagear a tempo essa grande amiga, que transboradava criatividade, escrevia como poucos e amava sua cidade natal São Caetano. Que sua presença marcante nessa passagem pela Terra inspire artistas, jornalistas e principalmente as mulheres que tem muito o que escrever, desenhar e pintar, mas por vários motivos, escondem suas criações no fundo das gavetas. Mastrotti e Ada presente!
Uma das incríveis ilustrações de Ada CaperutoO emblemático Cubinho em exposição pelos seus 40 anos (2015)
Quem quiser adquirir a edição 71 de Raízes, pode retirar um exemplar gratuitamente na sede da Fundação Pró-Memória de São Caetano, na Avenida Dr. Augusto de Toledo, 255, em São Caetano do Sul-SP. No início de 2026 essa edição estará disponível digitalmente e na íntegra no site da Pró-Memória (ao lado de todas as outras edições da revista).
As entrevistas para a LivedeQuadrinhos na CCXP 2025
Eu entrevistando o autor Wander Antunes na CCXP 2025
Pelo terceiro ano consecutivo, eu e o chapa Marcus Santana fizemos entrevistas para o canal LivedeQuadrinhos de Francisco Ucha. Um prazer imenso encontrar e conversar com pessoas tão talentosas!
As entrevistas estão disponíveis aqui:
https://www.youtube.com/@LivedeQuadrinhos/videos
17 de dezembro de 2025
Baú do seu João 41 - Livro "Super-8 e Outras Bitolas em Ação"
Teve um momento ali nos anos 1970 que meu pai, sempre irrequieto, resolveu aprender as mumunhas da arte do Super-8. Comprou livro, fez curso e no final desse processo finalizou um curta-metragem filmado no quarteirão de casa em São Caetano, munido de câmera Super-8 na mão e participações de familiares e amigos (entre eles meu saudoso tio Dito). O filme está desaparecido (mas não sumido - eu hei de encontrá-lo), mas a câmera, o projetor Super-8 e o manual do curso fazem parte do meu acervo. Este livro, comprado na época (essa terceira edição é de 1975) também sobreviveu às intempéries. Uma de suas curiosidades é que essa interessante arte de capa é do Nicolielo, veterano artista do nosso cartum (vejam seu perfil no link abaixo). Seu João sempre surpreendendo...
16 de novembro de 2025
Fausto Kataoka (1945-2025)
Sábado de manhã, uma notícia muito triste para o mercado gráfico e das histórias em quadrinhos: o querido e lendário Fausto Kataoka, depois de algumas semanas em estado grave no hospital, faleceu aos 80 anos.Tive a oportunidade de conhecê-lo nos famosos encontros aos sábados no seu sebo na Avenida São João, em São Paulo (Sebo do Japa), onde, rodeados de gibis antigos, cerveja e petiscos (e feijoada muitas vezes), amigos de longa data do universo das artes gráficas, se reuniam para papos inesquecíveis - passaram por lá nos últimos tempos: Henrique Farias, Drago, Omar Viñole, Gonçalo Junior, Tony Fernandes, Franco de Rosa, Julio Hamasaki, Isaac Huna, Paulo Fukue, Mario Mastrotti, Luigi Rocco, Dario Chaves, Laudo Ferreira, Gustavo Vícola, Marcio Baraldi, Nobu Chinen, Alexandre Nagado (e muitos outros), demonstrando o que Fausto tinha de melhor: seu poder agregador! Com poucas palavras no dia a dia, conseguia reunir os amigos, tanto para bebericar e conversar como para tocar um projeto editorial bacana. Assim foi na vida. Fausto, que teve sua biografia lançada no meio do ano, escrita pelo seu amigo Tony Fernandes para a Editora Criativo, é considerado um dos mais prolíficos e importantes produtores gráficos brasileiros a partir dos anos 1970 e para o boom do mercado de histórias em quadrinhos no período, sua atuação foi fundamental. Para os mais chegados, inclusive, seu apelido era Faustolito. Quando escrevi a biografia de um dos grandes amigos da sua vida, o editor, diretor de arte e quadrinista Paulo Hamasaki, falecido em 2015, Fausto não só me ajudou muito para compor os detalhes de sua história, como apareceu muito em vários capítulos do livro - a sua produção ao lado de Hamasaki desde a Noblet, passando para a editora homônima anos depois, foi imprescindível para tantos lançamentos de histórias em quadrinhos nacionais. Meus sentimentos a todos os seus familiares e amigos. Pode descansar agora, nobre Fausto, que o seu legado está registrado e será sempre lembrado por quem compactuou com seu suór, sonhos e conquistas. Abaixo, alguns encontros no Sebo do Japa em 2024 e 2025... da esquerda para a direita: Farias, Drago, Omar Viñole, Massolini, Franco, Julio Hamasaki, Fausto Kataoka e Isaac Huna
29 de outubro de 2025
Ricardo Leite destrinchando o livro "Suplemento Juvenil - 90 Anos"
Eu adorei esse vídeo do Ricardo Leite. Além de ser um baita artista e um pessoa gentilíssima, autor de um dos livros mais importantes da HQ brasileira, que é o "Em Busca do Tintin Perdido" (quem não leu ainda, está perdendo um marco da nossa literatura voltada para a nona arte), Ricardo é daquelas pessoas que não só trabalham com o que gostam, mas também exaltam e vibram com os bastidores da história e com todos que a construíram. E quem acompanha os vídeos do Ricardo sobre as HQs, sabe que ele, quando destrincha, destrincha pra valer, trazendo as informações mais importantes sobre cada item ou tema focado. Abraço, Ricardo Leite!































