5 de março de 2023

40 anos de Devotos! (e Betinho Moraes presente!)

 No dia 17/02, eu e a patota fomos assistir os Devotos de Nossa Senhora da Aparecida no seu show comemorativo de 35 anos de estrada, no Sesc Santo André. A efeméride, na verdade, foi arredondada, pois a banda já tem 37 anos (é de 1986). Foi um baita show divertido, com os maiores sucessos da banda e covers bacanudas. A formação atual ( a banda é recordista em número de integrantes - já passaram pela banda músicos lendários como Betinho Moraes, George "Johnson" Germano, Danny Rotten, Gigante Brasyl e Victor Leite, entre outros) com Paulo Zinner na bateria, Ricardo Kriptonita na guitarra e Zé Mazzei no baixo, além do líder Thunder no vocal e guitarras, é bem entrosada e as apresentações especiais - os guitarristas e ex-integrantes Marcopolo Pan (um velho amigo aqui da região e considerado um dos melhores guitarristas do ABC) e George Johnson (que fundou o Kães Vadius e depois entrou no lugar de Betinho Moraes, que foi justamente para o Kães) deram a pitada que faltava para a boa mistura rock and roll/ psychobilly/ punk no palco. A noite se encerrou com chave de ouro, quando Thunder (e depois George) nos recebeu na saída do camarim e eu finalmente pude entregar em mãos o fanzine sobre o Betinho Moraes (ex-integrante que faleceu em 1995) que fiz há alguns anos atrás, que incluiu, entre vários outros, o depoimento precioso do próprio Thunder. Ele curtiu muito! Valeu!

No Sesc, a minha turma (Lê e Cris), eu e os grandes Luiz Thunderbird e George Johnson.(fotos Gabriel Massolini)







                                    A formação atual do Devotos (divulgação)


6 de fevereiro de 2023

Um Dia Emblemático na Comix (04/02/2023)

 Mais um grande dia para os quadrinhos nacionais, o último sábado (04/02) na Comix, dentro das comemorações do Dia do Quadrinho Nacional (30/01) recebeu para a tarde de autógrafos com Walmir Amaral ("Primórdios"), Toni Rodrigues ("Memo"), Francisco Ucha ("Aventura na Independência"), Vitor Flynn ("Depois que os Sinos Dobram") e Franco de Rosa ("Ultraboy"; "Quadrimania") uma turma da pesada. Em comum, todos os presentes carregando aquela chama sempre acesa em prol não só da sobrevivência, mas da solidez de um mercado repleto de talentos natos de Norte a Sul que merece triunfar sempre. Vejam as fotos abaixo.

          Começando da esquerda: Francisco Ucha, de azul, na frente; Jorge da Comix logo atrás e Giovanni Voltolini no fundo. Turma dos degraus: Marcos Massolini, Mario Mastrotti (de verde), Deddy Edson (camiseta do Fantasma), Wilson de Sousa (camisa azul), Luigi Rocco (com os óculos na gola), Toni Rodrigues (na sua direita), Franco de Rosa (um degrau acima do Luigi), o mestre Walmir Amaral (de colete) e lá no fundo, o infante Primaggio Mantovi. O trio da direita da escada: Paulo Yokota, com camisa listrada; J. Braga, mais atrás e Wilson Simonetto, quase sumido, no fundo.


               Os quatro da frente, da esquerda para a direita: J. Braga, Franco de Rosa, Walmir Amaral e Giovanni Voltolini. Fileira do meio: Wilson Simonetto, Francisco Ucha, Wilson de Sousa, Primaggio Mantovi e Jorge Comix; fileira do fundo: Gil Barelli, Dedy Edson, Paulo Yokota e Marcos Massolini.

                            O grande Walmir Amaral, Marcos Massolini e Francisco Ucha

      
                       J.Braga, Francisco Ucha, Primaggio Mantovi, Wilson Simonetto, Marcos Massolini e                               Luigi Rocco.


 



3 de fevereiro de 2023

Glória Maria (1949-2023) em Salvador (1989)

 


No longínquo Carnaval de 1989, fui a Salvador - eu, na flor dos meus 21 anos e alguns meses - e encontrei muitas pessoas abençoadas no caminho. Além do mestre Gilberto Gil fazendo "cooper" na orla, encontrei no mesmo dia, uma destemida e audaciosa repórter entrevistando o Olodum no Pelourinho: Glória Maria! Fosse entrevistando personalidades, enfrentando intempéries, mergulhando em locais inóspitos ou acolhedores, em shows, festas, desertos, calçadas, morros, manifestações, feiras do outro lado do planeta, em qualquer lugar do mundo, essa jornalista tão guerreira, que serviu de exemplo para tantas meninas negras Brasil afora, sempre estava com o coração e a alma (profundamente) presente. Para ela, não tinha essa de só tocar a superfície ou ficar no "raso". Viva a Glória, que tanto fez pelo nosso Jornalismo e pela mudança de chave que possibilitou a presença da mulher negra como protagonista na profissão!

31 de janeiro de 2023

Anúncio da revista "Mônica e a sua Turma" (maio de 1970)


Esse pequeno anúncio do lançamento da Mônica nº1 estava solto, no meio de umas revistas do meu pai e eu acredito que era parte integrante de alguma publicação da época, tipo Realidade ou Cláudia, duas revistas que vendiam muito bem na Editora Abril da época. Quando o gibi saiu, em maio de 1970, eu não tinha nem 3 anos ainda. Fui ler a turma da Mônica no final de 1972, com cinco anos, e as revistinhas de Mauricio de Sousa foram as grandes ferramentas para minha alfabetização, antes mesmo da escola. Por isso o meu respeito, sempre, por esse criador visionário e seu grande legado.



29 de janeiro de 2023

O Hulk da Vila Liviero

 


Na semana, andando a pé no trajeto até o nobre doutor Sérgio, meu dentista de anos, não resisti e cliquei esse notável gigante esmeralda da Marvel, que posa incólume no telhado de uma empresa na Vila Liviero (em São Paulo, vizinha do bairro Rudge Ramos, em São Bernardo). Hulk esmaga!



28 de janeiro de 2023

Baú do Seu João 37 - Caixa "valvulada"

 


Toda caixa de sapato do grande acervo "hermético" do meu finado pai causa surpresa quando aberta da primeira vez. Não foi diferente com essa: um recipiente cheio de válvulas de vários tamanhos, mini-lâmpadas e fusíveis que fariam o querido Lampadinha, assistente eterno do Professor Pardal, se sentir em casa. Muita luz pra ti, Seu João!

25 de janeiro de 2023

Baú do Malu 87: fósforos |(1)

 Essas belas embalagens de fósforos eu consegui há alguns anos no excelente sebo "Poesia & Arte" de Santo André. Escolhi as quatro em uma vitrine, e a minha seleção privilegiou a "ilustração", como vocês podem notar. Só hoje percebi em um deles que há dois endereços icônicos da literatura e da arte americana: o hotel Algonquín, célebre recanto de escritores da estirpe de Dorothy Parker, que presidiu ali no bar a barulhenta confraria da Round Table, grupo essencial de escribas, jornalistas, atores, dramaturgos e editores que moldaram o roteiro da louca Nova York da segunda década do século passado, entre eles, Harpo Marx (um dos irmãos Marx), o editor Harold Ross (que fundou a revista New Yorker no prédio em frente), a atriz e musa da época Thallulah Bankhead e F.P.Adams, jornalista mais admirado da cidade, entre outros fidalgos rebeldes. E na mesma embalagem, tem outro endereço antológico, o excêntrico hotel Chelsea, do século XIX, morada de dezenas de artistas e escritores, (como Bob Dylan, Jane Fonda, o pintor Diego Rivera e o roteirista e ator Sam Shepard), que teve em seu currículo várias mortes obscuras, como a da punk Nancy Spungen, encontrada morta pelo seu namorado, o músico Sid Vicious, depois de ser brutalmente esfaqueada no banheiro do quarto em que o casal estava hospedado. Coincidentemente, hoje mesmo acabei de ler um livro fantástico - "Só Garotos" - autobiográfico, da poetisa e compositora Patti Smith (que eu já coloquei dentro do meu top 100 assim que encerrei a leitura), que narra seus tempos antes da fama em Nova York, ao lado do seu amigo fotógrafo e artista plástico Robert Mapplethorpe, que viraria sua alma gêmea para o resto da vida. Algonquín e Chelsea são locais recorrentes na história, sendo que o segundo foi lar da dupla por muito tempo. Seguem então os simpáticos fósforos, para atiçar a memória dos que percebem o passado como uma bruma estimulante do presente.













13 de janeiro de 2023

Thaís Matarazzo (1982-2023)

A escritora e jornalista Thaís Matarazzo nos deixou aos 40 anos, mas sua luta pela literatura e pelos escritores continua viva no coração de cada um que teve o privilégio de conhecê-la. Eu, minha esposa e meus filhos tivemos essa bênção no ano passado, quando a conhecemos na mesa ao lado, na Feira Literária de Ribeirão Pires. Lá, além de seus lançamentos primorosos sobre música e cultura, soubemos de suas ações criativas e importantes em prol da união dos literatos tanto em São Paulo como na região do ABC. O Diário do Grande ABC, que ultimamente anda "mirradinho", magrinho, sem viço, ainda permite lampejos e esboça alguns repentes oportunos. A homenagem que fez à Thaís hoje merece loas. E Thaís Matarazzo, que lutou bravamente pela vida, merece todas as energias curativas e divinas que o Universo certamente lhe direciona agora. Acima, a matéria do DGABC, no post que a Academia Popular de Letras, na pessoa de Ana Maria Guimarães Rocha, publicou hoje. Obrigado Thaís, por tudo!

2 de janeiro de 2023

Mais CCXP

 

     Alguns itens que adquiri: fiz o possível pra não andar muito (e não gastar tanto), mas não teve jeito.           Encontrei até LP!

    Mais algumas cenas da CCXP22:

                           Expo do Flavio Colin na Chiaroscuro

                                   
                                   Miltão na caixa do Ferrorama! (estande da Estrela)


                                            da Expo Flavio Colin

                                    
                                     Topo Gigio no estande da Estrela

                                          
                             A ótima palestra "50 Anos da Balão", com Marcelo Alencar e Luis Gê



                                        Uma geral da CCXP


Os Oásis de 2022

2022 foi difícil em vários aspectos: no sufocamento da cultura em geral, na perda de amigos e colegas para a Covid (ou para as sequelas impostas pela situação), na estranheza do mercado de trabalho. Mas ainda bem que por mais caótico que possa estar o entorno, sempre há alguns oásis para a gente respirar. O primeiro, sempre, é a família, e eu sou um grande privilegiado nesse aspecto. E os outros oásis do ano foram os eventos, que voltaram ao vivo depois de um bom tempo, e aí eu cito os vários encontros da biblioteca da minha cidade ("Paul Harris") com o pessoal querido da APL (Academia Popular de Letras), incluindo uma inusitada Feira Literária de Ribeirão Pires, onde fomos em peso (já devidamente postada aqui no blog); e as minhas participações em grande eventos culturais como o Encontro de Carros Antigos de São Caetano (com o nobre Ricardo Rick and Roll Martins), o GibiSP Festival, o Butantã GibiCon e a imensa e intensa CCXP. Nos três primeiros entrei em licitação para mesas de exposição e na CCXP, fui como jornalista do programa LivedeQuadrinhos. No GibiSP (como também já visto aqui no blog), contei com os amigos Giovanni Voltolini e Wilson de Sousa. E tanto no Butantã como na CCXP, tive a parceria incrível do grande Francisco Ucha, no primeiro dividindo mesa também com o Luigi Rocco e no segundo, em entrevistas no Artist's Valley. Uma grande maratona, mas que valeu cada segundo. Abaixo, algumas imagens desses momentos únicos...


                                                 Eu e o Luigi Rocco no Butantã GibiCon (foto: Tony Fernandes)

                                  
                                  Marcão Venceslau, Giovanni Voltolini, eu e o Franco de Rosa (BGC)


                                                 Uma geral no Butantã GibiCon

                                  
                                         Jorge (da Comix), eu e Francisco Ucha na CCXP

                                      
                                        Eu, Ivan Freitas Costa e Francisco Ucha

                                           
                                                 Com meu filho Gabriel, sempre escudeiro

                                 
                                         O grande Horácio Altuna fazendo a minha dedicatória...


                                         Com os valorosos Ricardo Leite e Renato Frigo

29 de dezembro de 2022

A Arte e as Invenções de José Nogueira 1 - "O Vampiro" (2014)

 Começo hoje uma mostra perpétua aqui no blog com a obra do meu amigo José "Zinerman" Nogueira. O homem, além de colecionador cultural, especialista em rádio e detentor de um dos maiores acervos de artes gráficas e áudios da contracultura, é também um artista de mão cheia. Acompanhem!


28 de dezembro de 2022

O incrível, emocionante e primordial "Em Busca do Tintin Perdido" de Ricardo Leite

Finalmente tenho em mãos o lançamento mais esperado do ano no mercado dos quadrinhos: "Em Busca do Tintin Perdido", de Ricardo Leite, que saiu aqui no Brasil pela corajosa e audaciosa Editora Noir de Gonçalo Junior. Esse projeto, que como a própria capa já deixa clara, é uma "Fantasia Autobiográfica", ou seja, inclui pitadas de ficção com cenas e lembranças da vida do autor. O intenso projeto vem sendo burilado há alguns anos e todo o seu processo de criação foi acompanhado na internet por centenas de entusiastas dos quadrinhos e admiradores do traço encantador do artista. Leite é um destacado designer gráfico, com uma carreira premiada que inclui capas icônicas do rock Brasil nos anos 80 e de parte da nata da Música Brasileira em centenas de LPs, CDs e DVDs e passagens em revistas como Spektro, InterQuadrinhos e Bundas. A epopeia pessoal do álbum de capa dura começa quando o autor, recém separado, se vê aos 55 anos (minha idade hoje) em uma crise existencial que o faz buscar a sua essência, desde a infância, quando se emocionava com as mais diversas revistas em quadrinhos que adquiria em bancas de jornais até o adolescente que se tornou fã inveterado do quadrinho europeu e prometeu pra si mesmo que um dia ia se tornar um quadrinista conhecido. As idas e vindas dessa jornada interior ao próprio eu do passado em confronto com o Ricardo Leite do presente vem mesclada por aparições de lendas das HQs mundiais e colegas profissionais e amigos do inebriante e inconstante mercado de quadrinhos nacional, tudo isso primorosamente desenhado em cenários alucinantes e diagramação e enquadramentos surpreendentes. Essa obra já está correndo rapidamente entre especialistas e colecionadores do Brasil e no circuito Bélgica-França-Portugal e merece ser reconhecida como uma das melhores obras do gênero no mundo. Afinal, "Em Busca do Tintin Perdido", depois de tantos anos de expectativa, é um clássico instantâneo. Os Ricardos Leites de outros tempos já podem comemorar com o Ricardo Leite atual. 


10 de novembro de 2022

"Um Piano para Todos", de Marcelo Mazuras, de novo em cartaz! (em curtíssima temporada)

 Nos meus mais de 30 anos como jornalista e pesquisador, ter participado deste projeto incrível e emocionante do meu caríssimo amigo velho de paz Marcelo Mazuras foi uma das experiências mais enriquecedoras da minha carreira. O livro "Um Piano na Estrada" é muito difícil de se encontrar até em sebo. Já o filme "Um Piano para Todos" vai voltar em cartaz por uma semana no Cine Belas Artes em São Paulo, a partir do dia 16. Talvez a última chance de ver esse filmaço no circuito comercial!

Assistam o trailer:

https://youtu.be/MOkctxkLCMQ


14 de outubro de 2022

O movimentado lançamento de "Mauricio e Companhia" (08/10/2022)

                      As incríveis fotos analógicas de Carone, editadas aqui pelo Antonio Carlos Rodrigues; de baixo pra cima: Ucha com Flavio Luiz; eu, pensativo; Rocco autografando; Toni e o Cebolinha; Fernandes; Antonio Carlos e Claudio Attilio.

Conforme anunciei no post anterior, no sábado, dia 8, aconteceu o retumbante lançamento do livro "Mauricio e Companhia", editado pelo Francisco Ucha e escrito a oito mãos. O mais inusitado desse evento vespertino é que foi disponibilizada uma mesa na entrada da nova Comix Book Shop, com todos os autores (eu, Ucha, Toni Rodrigues e Luigi Rosso) mais o ilustrador da capa (o incrível Luiz Carlos Fernandes) , o fotógrafo que estava presente na entrevista com Mauricio de Sousa para o Jornal da ABI (Martin Carone) e o excepcional desenhista José Marcio Nicolosi (que fez um texto sobre sua longa participação no estúdio de animação da MSP), todos autografando os exemplares. Uma mesa cheia de talento, mas principalmente cheia de calor humano - o que me fez me sentir muito à vontade e me divertir à beça.  A tarde foi movimentadíssima, com muitos convidados do Ucha, vários leitores que colaboraram com a campanha no Catarse e amigos de longa data. Eu, pra variar, cheguei atrasado - por motivos técnicos, apareci na mesa meia hora depois do início - e acabei não vendo ao vivo o desenhista Flavio Luiz, um amigo de primeira hora que sempre nos prestigia. Pra fazer um auê, levei uma mala "retrô com itens históricos da carreira do Mauricio de Sousa, que fizeram sucesso (como podem ser vistos nas fotos): um Cebolinha da primeira série da Trol, dos anos 1960; uma partitura da "Bandinha da Turma da Mônica"; um dossiê "Nico Demo", feito por uma universitária para TCC; um gibi da Mônica dos anos 70, que curiosamente, saiu com uma capa duplicada da gráfica; e uma Folhinha de S.Paulo de 1970. Com a mesa devidamente "decorada", ficamos a tarde toda, sem parar, fazendo dedicatórias para os presentes - um termômetro da grande movimentação. Destaque para as maravilhosas caricaturas do Fernandes em cada exemplar e os desenhos do Nicolosi (eu inclusive, brinquei que era o único que não desenhava naquela mesa - o Carone disse que também não, mas ele não conta, pois faz verdadeiras pinturas com sua máquina analógica). Entre uma dedicatória e outra, muito papo sobre quadrinhos, Mauricio, cinema, desenho, etc. Cris e Lê (esposa e filha sempre presentes) estavam na correria, mas passaram pra dar um abraço. Entre as dezenas de pessoas que passaram pela mesa, muitas foram clicadas pelo Carone ou pela mulher do Fernandes, Sueli De Pieri. Uma tarde memorável!! Seguem as imagens:




                                                    Nicolosi e Fernandes a postos!


  Luigi Rocco, Toni Rodrigues, Marcos Massolini, Luiz Carlos Fernandes, Francisco Ucha e José  Marcio Nicolosi

     A mesa toda, mais Claudio Attilio, Carone (sentado) e Nobu Chinen, à direita, no fundo.

                                                                      Ucha e Aran

7 de outubro de 2022

Lançamento de "Mauricio & Companhia" na Comix

 


Amanhã (08/10), a partir das 15 horas, na Comix (endereço na imagem acima), haverá o lançamento do livro "Mauricio & Companhia", feito a oito mãos por Francisco Ucha, Toni Rodrigues, Luigi Rocco e eu. Os quatro autores, mais o autor da capa (o fenomenal Luis Carlos Fernandes) e o fotógrafo Martin Carone dos Santos, estarão autografando o livro na entrada da nova Comix Book Shop. Certamente será uma tarde inesquecível, com muitos amigos e entusiastas da nona arte. José Márcio Nicolosi, um dos maiores desenhistas na história da MSP, que deu um depoimento exclusivo para a obra e o pesquisador e escritor Nobu Chinen, autor do prefácio, também estarão presentes. Para mim, que fiquei lisonjeado em participar de uma obra tão abrangente e completa sobre o "pai da turma da Mônica", será um dia para coroar toda a emoção que senti durante o processo de produção/edição do livro. Afinal, com cinco anos de idade, antes de entrar na escola, aprendi a ler com os quadrinhos dos gibis de Mauricio de Sousa! Isso não tem preço!