Embora para mim o ano de 2010 tenha sido um ano decepcionante em termos de grana, acabou sendo também enriquecedor em´"conteúdo", bagagem, experiências. Nos últimos meses tive a honra de lançar um jornal/blog cultural na minha região (http://culturaiblog.blogspot.com/) ao lado dos grandes figuras Mario Mastrotti e Henrique Valsésia e um blog libertário-anárquico cultural com outros dois figuraças, Léo Engelmann (que dá uma força em todos os blogs em questão) e Ricardo Berlitz (http://www.tripicalistas.blogspot.com/). Money zero, satisfação 1000. Não bastasse essa criação toda, consegui entrevistar personalidades singulares que me proporcionaram momentos únicos como pesquisador/jornalista: Alex Reis (baterista do Sá & Guarabyra) e Ana Maria Guimarães Rocha ( responsável pela biblioteca de São Caetano do Sul e presidente da Academia Popular de Letras), ambos para o Cultura I e Zuza Homem de Mello e Pelão ( João Carlos Botezelli), dois dos maiores "musicólogos" do nosso Brasil, entrevistados para um projeto com Marcelo Mazuras, que ainda não deu certo mas já rendeu estes dois importantes depoimentos. E claro, o Almanaque do Malu, meu xodó, cada vez mais dinâmico, aberto e repercutindo com força onde tem de repercurtir. Neste ano teve de tudo um pouco: entrevistas, participações especialíssimas, gratas inserções do acervo, incluindo tesouros do Seu João e novidades de Paulico Bianchi, e tantas, tantas outras cositas mas.Que 2011 venha com toda esta força e que a gente continue segurando a peteca, com garra, saúde e emoção. E um pouquinho, só um pouquinho mais de grana, que a gente merece, né?
Um ótimo ano para todos!
31 de dezembro de 2010
28 de dezembro de 2010
Documentários e reportagens dos alunos da 'Metô' merecem ser vistos
O Léo me mandou há um tempo matéria bacana produzida pelos alunos de jornalismo da Metodista. Eu fui aluno da instituição entre 1987 e 1991 ( e permaneci por lá ainda uns 4 anos por conta do namoro com a Cris - minha esposa- que fez Publicidade entre 1992 e 1995), num tempo em que não havia ainda o curso de Rádio e TV e fazíamos vídeo-reportagens na raça, com poucos recursos tecnológicos. Fui no site do Rudge Ramos Jornal ( tanto a edição impressa como a online são feitas pelos alunos) e me surpreendi com a diversidade e a relevância dos temas e a qualidade mostrada nos trabalhos. Não resisti e fiz uma seleta com os melhores vídeos culturais e históricos produzidos por essa turma, que a continuar nesse rumo, trará mais vida e garra ao jornalismo visual.
#Documentário ( "Madame Satã - Pague para Entrar, Reze para Sair") : http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/madame-sata-foi-palco-de-historias-do-rock-paulista
#Documentário (" Cidade de Fé"): http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/moradores-reconstroem-a-cidade-de-sao-luiz-do-paraitinga
#Documentário (""Claves de Só - Sobrevivendo da Música"):
http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/musicos-passam-por-dificuldades-para-atingir-o-sucesso
#Documentário ("Salve as Memórias"):
http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/pessoas-ainda-usam-fotos-reveladas-e-cartas-para-conservar-memoria
#Documentário ("Pacaembu - 70 anos de Magia e Tradição"):
http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/documentario-pacaembu-70-anos-de-magia-e-tradicao
#Reportagem ( 30 anos da Pinacoteca de São Bernardo):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/12/pinacoteca-de-sao-bernardo-comemora-30-anos-com-1170-obras
#Reportagem (O maior colecionador de rádios antigos):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/11/morador-de-maua-e-o-maior-colecionador-de-radios-antigos-do-estado-de-sao-paulo
#Reportagem (Villani-Cortês: 63 anos dedicados à música erudita):
http://www.metodista.br/rronline/noticias/entretenimento/2010/11/villani-cortes-63-anos-dedicados-a-musica-erudita
#Reportagem (O Rei Pelé já marcou história no ABC):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/11/o-rei-pele-ja-marcou-historia-no-abc
#Reportagem (Ex-metalúrgico descobre dom artístico em montadora):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/10/cartunista-iniciou-carreira-em-montadora-do-abc
#Reportagem (Colecionador de TV possui mais de 1.000 exemplares em seu acervo):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/09/colecionador-de-tv-possui-mais-de-1.000-exemplares-em-seu-acervo
#Reportagem (Colecionador exibe mais de 1000 miniaturas de fuscas):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/08/colecionador-exibe-mais-de-1000-miniaturas-de-fuscas
#Documentário ( "Madame Satã - Pague para Entrar, Reze para Sair") : http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/madame-sata-foi-palco-de-historias-do-rock-paulista
#Documentário (" Cidade de Fé"): http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/moradores-reconstroem-a-cidade-de-sao-luiz-do-paraitinga
#Documentário (""Claves de Só - Sobrevivendo da Música"):
http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/musicos-passam-por-dificuldades-para-atingir-o-sucesso
#Documentário ("Salve as Memórias"):
http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/pessoas-ainda-usam-fotos-reveladas-e-cartas-para-conservar-memoria
#Documentário ("Pacaembu - 70 anos de Magia e Tradição"):
http://www.metodista.br/rronline/videos/documentarios/2010/12/documentario-pacaembu-70-anos-de-magia-e-tradicao
#Reportagem ( 30 anos da Pinacoteca de São Bernardo):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/12/pinacoteca-de-sao-bernardo-comemora-30-anos-com-1170-obras
#Reportagem (O maior colecionador de rádios antigos):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/11/morador-de-maua-e-o-maior-colecionador-de-radios-antigos-do-estado-de-sao-paulo
#Reportagem (Villani-Cortês: 63 anos dedicados à música erudita):
http://www.metodista.br/rronline/noticias/entretenimento/2010/11/villani-cortes-63-anos-dedicados-a-musica-erudita
#Reportagem (O Rei Pelé já marcou história no ABC):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/11/o-rei-pele-ja-marcou-historia-no-abc
#Reportagem (Ex-metalúrgico descobre dom artístico em montadora):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/10/cartunista-iniciou-carreira-em-montadora-do-abc
#Reportagem (Colecionador de TV possui mais de 1.000 exemplares em seu acervo):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/09/colecionador-de-tv-possui-mais-de-1.000-exemplares-em-seu-acervo
#Reportagem (Colecionador exibe mais de 1000 miniaturas de fuscas):
http://www.metodista.br/rronline/videos/reportagens/2010/08/colecionador-exibe-mais-de-1000-miniaturas-de-fuscas
27 de dezembro de 2010
Capa do Mês: Marie-Claire interativa (iPad)
![]() |
| Esta é a capa normal - a que não se mexe. |
http://www.youtube.com/watch?v=VWcH2VrHDDY
http://www.youtube.com/watch?v=TzWQJnrn91w&feature=related
A Marie-Claire brasileira, seguindo a matriz, também fez duas experiências similares em seu site:
http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI197367-17733,00-GRAZI+MASSAFERA+SORRI+PARA+OS+INTERNAUTAS+EM+NOVA+CAPA+ANIMADA+DE+MARIE+CLA.html
http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI190024-17642,00-MARIE+CLAIRE+FAZ+CAPA+ANIMADA+COM+CLEO+PIRES.html
Pelo andar da carruagem, em breve teremos nas bancas, capas com modelos mandando beijos, jogadores chutando bola e notícias da semana em movimento real, tal qual o "Profeta Diário" de Hogwarts.
Revista Bravo mais barata
Essa é daquelas que não se vê muito por aí: uma revista abaixar seu preço de capa. Pois a revista cultural Bravo, editada pela Editora Abril, já começa a circular em janeiro com seu preço novo, R$10,00, valor 33% mais barato do que a da edição atual, que custa absurdos R$14,90. Tudo bem, o papel é de ótima qualidade, as fotos e ilustrações abundam e o número de páginas surpreende, mas esse valor sempre me afugentou, mesmo eu tendo um comichão danado por revistas culturais. Pois essa mudança prova que uma (grande) editora pode sim abrir o leque do seu público alvo, mantendo a qualidade com um preço mais acessível, além de chamar a atenção pelo ato em si e promover um certo rebuliço no mercado editorial voltado para a cultura. Bravo!
25 de dezembro de 2010
R.E.M disponibiliza música nova para download
R.E.M., veterana banda de Geórgia (EUA), completou 30 anos em 2010, e agora no finalzinho do ano, disponibilizou em seu site oficial (http://www.remhq.com/) a faixa Discoverer, que fará parte do 15º disco de carreira, "Colapse Into Now", com previsão de lançamento para 07/03/2011. O novo álbum contará com participações especialíssimas de Eddie Vedder e Patti Smith.
Para baixar a música, basta escrever o endereço de email em um campo próprio do site e a faixa é enviada diretamente ao correio eletrônico do usuário.
Para baixar a música, basta escrever o endereço de email em um campo próprio do site e a faixa é enviada diretamente ao correio eletrônico do usuário.
23 de dezembro de 2010
Um peixe trompetista, peludo e ranzinza invade as livrarias
O que vocês me diriam de um personagem de quadrinhos com cara e jeito de peixe, pés idênticos aos dos humanos pêlos pelo corpo e que zanza pelo underground de São Paulo com seu trompete e suas sacadas ora filosóficas ora botequeiras? Um tanto estranho, não? Pois basta bater o olho no álbum "Peixe Peludo", lançado agora pela Conrad (R$24,90), que a estranheza inicial logo vira simpatia. O truta do título vive solitário, divangando pelas ruas de Sampa, lançando no ar referências pop ( Trapalhões, personagens Disney, programas de TV e artistas da música), costumes arraigados da metrópole ( homens-placa, churrasco grego) e citações intelectuais (Henfil e Pasquim, extinção dos dinossauros, literatura), tudo isso condensado em um traço forte e quase xilográfico que passeia por cenários clássicos da cidade ( Praça Roosevelt, Rua Augusta, Av. Paulista) entre habitantes zoomórficos. A Editora Conrad, depois de um período de baixas e descontinuações num passado recente, voltou a surpreender em 2010, com lançamentos fora do padrão e surpresas agradáveis. "Peixe Peludo", dos autores brasileiros Rodrigo Bueno (desenhos) e Rafael Moralez (textos), se encaixa nas duas vertentes.
Mais:
http://entretenimento.uol.com.br/album/peixe_peludo_conrad_2010_album.jhtm?abrefoto=1
Mais:
http://entretenimento.uol.com.br/album/peixe_peludo_conrad_2010_album.jhtm?abrefoto=1
18 de dezembro de 2010
13 de dezembro de 2010
Uma banda irlandesa liderada por um incendiário baixista vocalista com sangue latino nas veias - eis o Thin Lizzy
O Thin Lizzy era todo diferente. Surgido nos primórdios dos 70, já chegou mudando estruturas: o seu líder e fundador Phil Lynott era vocalista e também baixista (e em época de trio, guitarrista também), ostentava um baita cabelo black ( coisa rara de se ver em banda de rock), bigode e tinha descendência negra e latino-americana ( seu pai nasceu na Guiana). Aliás, bateu-se sempre na tecla de que Phil era filho de brasileiro - culpa de algum jornalista que não checou a fonte - até que sua mãe revelou sua origem em entrevista recente. O som do grupo era um quebra-cabeça para os críticos: começou como trio de folk/blues, passou para hard rock sem firulas, e um certo tempero irlandês, mas logo incorporou uma interessante parede sonora com baixo e guitarras incessantes e uma levada pesada e balançada. Resumindo: o Thin Lizzy foi a primeira banda "heavy" que rompeu com a linha vigente do gênero, misturando rhythm and blues e outros ritmos negros, além do country. E ouvindo suas várias fases, dá pra sacar que o Thin não era só isso e quase toda a culpa desse som peculiar cai nos ombros do excêntrico e elétrico Phil Lynnot, um líder nato, mas também um tanque de gasolina prestes a explodir. Além do baixo na linha de frente, a banda ficou também famosa por seus guitarristas - passaram por ela grandes do instrumento: Scott Gorham, Brian Robbertson (os mais estáveis) , John Sykes e Gary Moore. Não bastasse a força instrumental, ainda havia o lado literário de Lynott, com conotações libertárias e ênfase na classe operária. Uma banda que deveria ser mais conhecida por aqui - a nova geração os conhece mais pela regravação recente de "Whiskey in the Jar" feita pelo Metallica. A Kiss FM vira e mexe toca seus sucessos "Jailbreak" e "The Boys Are Back in Town", além da própria "Whiskey" original. O grande Phil Lynott partiu desta em 1986, enfraquecido e doente pelos excessos, mas não sem antes deixar grandes álbuns de rock - "Live and Dangerous" de 1978 é considerado um dos melhores 'ao vivo' da história. A banda tentou continuar sem o dínamo Phil, sem grandes consequências, mas agora, anunciou-se que um novo e redivivo Thin Lizzy voltará em janeiro de 2011. Que a essência de Phil Lynnot os fortaleça.
http://www.youtube.com/watch?v=TehFZ38kt6o
http://www.youtube.com/watch?v=YyJt05xVUJo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Unnh0T2Ftro&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=qhtgxS6z9yo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=oMFYs3gfgis&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=1EjMLfa-13w&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=TehFZ38kt6o
http://www.youtube.com/watch?v=YyJt05xVUJo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Unnh0T2Ftro&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=qhtgxS6z9yo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=oMFYs3gfgis&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=1EjMLfa-13w&feature=related
8 de dezembro de 2010
John
Lá se vão 30 anos sem John Lennon. Sigam lá no "Tripicalistas", que logo mais focará também o maestro soberano e o rei lagarto do rock...
http://tripicalistas.blogspot.com/2010/12/john.html
http://tripicalistas.blogspot.com/2010/12/john.html
6 de dezembro de 2010
Glee é supimpa!
Glee é uma das séries de maior sucesso no mundo e basta ver alguns episódios para constatar o porque desta "febre". O enredo não foge dos clichês americanos: a escola, a turma de desajustados e nerds, os atletas esnobes, a busca do sucesso, e também um clichê reaproveitado com mais ênfase nos últimos tempos: a música no universo escolar. É aí que a comparação com outras sequências jovens moderninhas como High School Musical cai por terra. A música de Glee, ao contrário da contemporânea da Disney, tem alma, sensibilidade, tesão. Na High School tudo é bonitinho e estilizado demais - os atores cantam e dançam muito bem, o ponto não é esse - mas falta punch e improviso ( ou pelo menos uma encenação mais convincente de improviso). Outro foco claro: Glee homenageia o pop mundial com clássicos revisitados enquanto HSM tenta impor seu repertório novo. Ponto pro primeiro.
Mas chega de comparação, e vamos ao que interessa. O enredo amarra bem a história do coral outrora glorioso, que após uma série de escândalos e erros, torna-se decadente e constantemente humilhado pelo resto dos alunos. Um professor (de espanhol) tenta reerguê-lo e consegue reunir figuras especialíssimas em torno da causa, como a professora enérgica e hilária, a soprano nerd vitimizada, o guitarrista arredio, a garota tímida e misteriosa, entre outros "excêntricos" e "marginalizados". Entre os impopulares do coral surgem duas figuras importantes: a ótima e perfeccionista vocalista que botou na cabeça que ali está um trampolim para a fama e o popular atleta e também ótimo cantor, que enquanto leva sua vida de unanimidade no colégio, levanta a bandeira do coral por algum motivo ainda não explicado. Entram conflitos pessoais e traumas mas também intervenções corrosivas e sarristas para contrabalancear os dramas.
Glee agradou tanto que vários artistas famosos entraram na fila para participar dos episódios ou para que suas músicas sejam executadas. E o programa já rendeu disco (dois) e turnês ao vivo.
A Globo comprou a série este ano e deverá exibír a primeira temporada no início de 2011, quando entra em férias sua programação. Na Fox, passa de quarta (22hs). Entre policiais escatológicos e vampiros adolescentes, Glee achou seu espaço na TV paga esbanjando uma trilha deliciosa.
Seguem: site oficial da Fox e grandes momentos:
http://canalfox.com/br/series/glee
http://www.youtube.com/watch?v=e1_B9FCZJMA
http://www.youtube.com/watch?v=JNl91QXws7o&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=GpyfmTjeMwU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=8AwM9zoQTRs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=bro1uLtlMxs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=7Tt2u-S7NTs&feature=channel
http://www.youtube.com/watch?v=44fESvkhA7Q&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=vxVnm4bWypM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=PSB3Sbl8TX0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=CbEsgyM_PP0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=s9XEnkAEMRE
http://www.youtube.com/watch?v=vTt4pyfXXUE
http://www.youtube.com/watch?v=q2hQtFSKhzU
Mas chega de comparação, e vamos ao que interessa. O enredo amarra bem a história do coral outrora glorioso, que após uma série de escândalos e erros, torna-se decadente e constantemente humilhado pelo resto dos alunos. Um professor (de espanhol) tenta reerguê-lo e consegue reunir figuras especialíssimas em torno da causa, como a professora enérgica e hilária, a soprano nerd vitimizada, o guitarrista arredio, a garota tímida e misteriosa, entre outros "excêntricos" e "marginalizados". Entre os impopulares do coral surgem duas figuras importantes: a ótima e perfeccionista vocalista que botou na cabeça que ali está um trampolim para a fama e o popular atleta e também ótimo cantor, que enquanto leva sua vida de unanimidade no colégio, levanta a bandeira do coral por algum motivo ainda não explicado. Entram conflitos pessoais e traumas mas também intervenções corrosivas e sarristas para contrabalancear os dramas.
Glee agradou tanto que vários artistas famosos entraram na fila para participar dos episódios ou para que suas músicas sejam executadas. E o programa já rendeu disco (dois) e turnês ao vivo.
A Globo comprou a série este ano e deverá exibír a primeira temporada no início de 2011, quando entra em férias sua programação. Na Fox, passa de quarta (22hs). Entre policiais escatológicos e vampiros adolescentes, Glee achou seu espaço na TV paga esbanjando uma trilha deliciosa.
Seguem: site oficial da Fox e grandes momentos:
http://canalfox.com/br/series/glee
http://www.youtube.com/watch?v=e1_B9FCZJMA
http://www.youtube.com/watch?v=JNl91QXws7o&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=GpyfmTjeMwU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=8AwM9zoQTRs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=bro1uLtlMxs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=7Tt2u-S7NTs&feature=channel
http://www.youtube.com/watch?v=44fESvkhA7Q&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=vxVnm4bWypM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=PSB3Sbl8TX0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=CbEsgyM_PP0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=s9XEnkAEMRE
http://www.youtube.com/watch?v=vTt4pyfXXUE
http://www.youtube.com/watch?v=q2hQtFSKhzU
30 de novembro de 2010
Camaro - o clipe
![]() |
| Divulgação |
Quem não viu, veja agora:
http://www.casttv.com/video/9exkjyn/clipe-da-camaro-gm-com-andria-ivan-busic-frejat-e-edgard-scandurra-video
Capa do Mês: Diarinho nº 2000
A capa do mês, pela importância, é a do Diarinho, suplemento infantil do Diario do Grande ABC que chega ao nº 2000. O Diarinho surgiu em 1972 e arregimentou fãs de várias gerações, trazendo erm suas páginas pautas inovadoras e assuntos até então inéditos para o universo infantil. De lambuja, um vídeo apresentado pelo historiador/pesquisador Ademir Médici, com depoimentos de quem fez e faz o Diarinho, incluindo várias capas. como a do nº1, de 02 de julho de 1972, com arte de Maurício de Sousa, que junto a sua equipe, colaborou na concepção do jornalzinho no início. Um clássico da região que merece essa longevidade.
http://www.dgabc.com.br/Videos/320/diarinho-chega-a-edicao-2000.aspx
http://www.dgabc.com.br/Videos/320/diarinho-chega-a-edicao-2000.aspx
George
Nove anos sem George. Pra não passar batido pela data selecionei momentos especiais de um evento único: o Concerto para Bangladesh (1971):
http://www.youtube.com/watch?v=vwVAvnYKLJE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=3p2hnmgYnhs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=wq-NeMTBX0I&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=T7qpfGVUd8c&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ngDpgwRY2bs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=tvSOsuUyvAI
http://www.youtube.com/watch?v=vqogkD7nCQc
http://www.youtube.com/watch?v=tctzUNMp5po&feature=related (ensaio)
http://www.youtube.com/watch?v=vwVAvnYKLJE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=3p2hnmgYnhs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=wq-NeMTBX0I&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=T7qpfGVUd8c&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ngDpgwRY2bs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=tvSOsuUyvAI
http://www.youtube.com/watch?v=vqogkD7nCQc
http://www.youtube.com/watch?v=tctzUNMp5po&feature=related (ensaio)
29 de novembro de 2010
Baú do Malu 28 - Mirim nº 311 - 07/04/1940
O Mirim foi uma das grandes revistas editadas por Adolfo Aizen, o homem que trouxe pela primeira vez ao Brasil as histórias em quadrinhos de aventuras e heróis. Antes dele, HQ por aqui era muito restrita, voltada exclusivamente para a criançada, que tinha como opção apenas o Tico-Tico, publicado desde 1905 com histórias infantis (quadrinhos legendados, sem balões) e passatempos. Até que Aizen, ex-colaborador da Editora O Malho (de O Tico Tico) e O Globo, viajou para Nova York em 1934, como jornalista free-lancer, e toda a história da nossa HQ mudou para sempre. Lá nos States, ele viu com seus próprios olhos o sucesso de Flash Gordon e outros personagens de aventuras e a profusão de cadernos especiais com tiras nos jornais americanos. Voltou com os olhos brilhando e foi propor ao ex-patrão Roberto Marinho o projeto de suplementos temáticos encartados. Marinho rejeitou a idéia do ex-pupilo, que foi bater na porta do diretor do jornal "A Nação", João Alberto Lins de Barros, integrante do movimento tenentista que ajudou Getúlio Vargas a tomar o poder em 1930. Em março de 1934, os suplementos temáticos bolados por Aizen enfim deram o ar da graça e entre eles, destacava-se o "Suplemento Infantil", a primeira publicação no país com os heróis dos quadrinhos americanos - Tarzan, Flash Gordon, Jim das Selvas, entre outros. Logo, o suplemento virou febre entre a petizada, aumentando a circulação do jornal, mas o sucesso fulminante trouxe problemas: leitores mais ortodoxos reclamaram que a credibilidade do vetusto e político diário estava à deriva, depois que as crianças, por causa do suplemento, viraram seus principais leitores. João Alberto, preocupado, cancelou o suplemento infantil mas continuou apoiando financeiramente Aizen, que conseguiu trazer à luz o Grande Consórcio de Suplementos Nacionais, embrião do que viria a ser a famosa Ebal (Editora Brasil America , 1945).
No Grande Consórcio, Aizen continuou publicando o Suplemento Infantil, agora avulso e logo rebatizado de Suplemento Juvenil, batendo recordes de vendagens. O sucesso da empreitada possibilitou o surgimento de outros sucessos: Mirim, em 1937, a primeira publicação brasileira de quadrinhos em formato americano e o Lobinho, que dizem as más línguas, foi registrado por Aizen para que o inimigo Roberto Marinho não lançasse O Globinho ( que realmente só foi aparecer muitos anos depois como caderno do O Globo e nome da matiné de desenhos da TV). Mirim saía duas vezes por semana no início (quartas e domingos), com séries continuadas, e logo ganhou uma terceira edição de sexta ( Mirim Sextaferino) com histórias completas ( outra novidade implementada por Aizen). Mas o pioneirismo e astúcia de Aizen não conseguiu segurar a gana de Marinho, que voltara sua atenção para o sucesso do ex-funcionário. Depois de provar seu próprio veneno com a recusa de Aizen em associar-se a ele nos quadrinhos, o manda-chuva de O Globo lançou-se ferozmente no mercado com o lançamento em 1937 de O Globo Juvenil ( nos moldes do Suplemento) e logo em seguida Gibi ( formato revista) que logo viraria sinônimo de revistinha em quadrinhos (apelido que perdura até hoje). Não contente, Marinho conseguiu em 1939 os direitos de publicação dos mais populares personagens junto à King Features, fazendo Aizen descontinuar séries cruciais e famosas, principalmente do Suplemento Juvenil, como Príncipe Valente, Flash Gordon, Jim das Selvas, entre outros - nesse episódio Adolfo se portou tão dignamente, que teve a sensatez de avisar na última edição das histórias que as continuações seriam vistas, em breve, no Globo Juvenil. O Mirim tirado do meu baú é do período imediato, quando Aizen cambaleava com a falta de papel do pós-guerra, e sentia a concorrência pouco ética de Marinho. A edição acima, de abril de 1940, traz personagens secundários, com exceção de Tarzan e Joe Sopapo. As relações com o governo Vargas ainda eram profícuas, vide a aparição na capa do ministro Capanema elogiando a publicação paralela do livro patriótico "Grandes Figuras do Brasil". No ano seguinte, Aizen venderia o Grande Consórcio para o governo e permaneceria apenas como editor até 1945, quando fundou a Ebal e abriu um novo capítulo na frente de batalha do mercado de HQs, inclusive liderando-o por quase duas décadas. Mas essa já é uma outra história...
P.S: Para quem quiser se aprofundar na grande batalha entre Roberto Marinho e Adolfo Aizen e no inacreditável e covarde cerco aos quadrinhos perpetrado por figurões do governo, da igreja e da imprensa, eu recomendo a leitura do livro "A Guerra dos Gibis" (Cia das Letras -2007) do incansável pesquisador Gonçalo Jr., que trouxe à baila informações cruciais sobre o período nunca antes levantadas.
No Grande Consórcio, Aizen continuou publicando o Suplemento Infantil, agora avulso e logo rebatizado de Suplemento Juvenil, batendo recordes de vendagens. O sucesso da empreitada possibilitou o surgimento de outros sucessos: Mirim, em 1937, a primeira publicação brasileira de quadrinhos em formato americano e o Lobinho, que dizem as más línguas, foi registrado por Aizen para que o inimigo Roberto Marinho não lançasse O Globinho ( que realmente só foi aparecer muitos anos depois como caderno do O Globo e nome da matiné de desenhos da TV). Mirim saía duas vezes por semana no início (quartas e domingos), com séries continuadas, e logo ganhou uma terceira edição de sexta ( Mirim Sextaferino) com histórias completas ( outra novidade implementada por Aizen). Mas o pioneirismo e astúcia de Aizen não conseguiu segurar a gana de Marinho, que voltara sua atenção para o sucesso do ex-funcionário. Depois de provar seu próprio veneno com a recusa de Aizen em associar-se a ele nos quadrinhos, o manda-chuva de O Globo lançou-se ferozmente no mercado com o lançamento em 1937 de O Globo Juvenil ( nos moldes do Suplemento) e logo em seguida Gibi ( formato revista) que logo viraria sinônimo de revistinha em quadrinhos (apelido que perdura até hoje). Não contente, Marinho conseguiu em 1939 os direitos de publicação dos mais populares personagens junto à King Features, fazendo Aizen descontinuar séries cruciais e famosas, principalmente do Suplemento Juvenil, como Príncipe Valente, Flash Gordon, Jim das Selvas, entre outros - nesse episódio Adolfo se portou tão dignamente, que teve a sensatez de avisar na última edição das histórias que as continuações seriam vistas, em breve, no Globo Juvenil. O Mirim tirado do meu baú é do período imediato, quando Aizen cambaleava com a falta de papel do pós-guerra, e sentia a concorrência pouco ética de Marinho. A edição acima, de abril de 1940, traz personagens secundários, com exceção de Tarzan e Joe Sopapo. As relações com o governo Vargas ainda eram profícuas, vide a aparição na capa do ministro Capanema elogiando a publicação paralela do livro patriótico "Grandes Figuras do Brasil". No ano seguinte, Aizen venderia o Grande Consórcio para o governo e permaneceria apenas como editor até 1945, quando fundou a Ebal e abriu um novo capítulo na frente de batalha do mercado de HQs, inclusive liderando-o por quase duas décadas. Mas essa já é uma outra história...
P.S: Para quem quiser se aprofundar na grande batalha entre Roberto Marinho e Adolfo Aizen e no inacreditável e covarde cerco aos quadrinhos perpetrado por figurões do governo, da igreja e da imprensa, eu recomendo a leitura do livro "A Guerra dos Gibis" (Cia das Letras -2007) do incansável pesquisador Gonçalo Jr., que trouxe à baila informações cruciais sobre o período nunca antes levantadas.
26 de novembro de 2010
Vida - Keith Richards (Editora Globo)
Acabei de acabar o "Mick Jagger e os Rolling Stones" e já parti para o "catatau" 'Vida' da lenda (apesar de todos os prognósticos) viva chamada Keith Richards. O livro tem mais de 600 páginas e teve um helper do escritor best-seller James Fox, chegado de Keith desde o início dos 70. O mais incrível de tudo o que li até agora ( não cheguei ainda na pág 100) é a quantidade de informações e lembranças que Richards inclui em cada parágrafo. Se tem uma coisa que as drogas não detonaram nele foi a memória: o guitarrista não tem pinta de quem fica pesquisando suas informações, então é impressionante a sequência de detalhes que ele tira da cachola e bota em suas explanações cheias de sarcasmo, minúcias e links para assuntos vários. Eu estou bem no ponto em que ele encontra Mick Jagger na estação de Dartford ( 1961), mas até chegar a esse ponto zero para a história dos Stones, o nobre Keith ( que não é nem quer ser Sir) desenterrou verdadeiras pérolas do cotidiano de Londres dos anos 40 e 50: o cenário charledickeano da pantanosa Dartford, onde nasceu sob bombardeio inimigo; as agruras e o miserê da família e dos vizinhos; os primeiros acordes junto ao avô Gus; as encrencas e dificuldades na escola; os primeiros sons via rádio e a descoberta de Elvis, Chuck Berry e os blueseiros americanos; seu período no escotismo (!!!) e por aí vai. Keith vai chafurdando sua infância e juventude em passagens tragicômicas. Conta sobre as frequentes surras que levava na rua dos valentões do bairro. Lembra do primeiro playboyzinho da escola, com sua lambreta exibindo um rabo de esquilo na ponta, e já levanta a tese de que este cara pode ter sido o precursor dos "mods" londrinos. Resgata Michael Ross, o primeiro colega com quem subiu em um palco e tocou rock. Lembra cores, frases, músicos obscuros, lugares, esbanjando fósforo da cabeça. Quando eu acabar de lê-lo, virei com mais informações sobre essa "vida" conturbada e cheia de roteiros . Pelo visto, as surpresas são sucessivas. Keith Richards sempre surpreende.
24 de novembro de 2010
Os Grandes Sucessos do Paramount - Série Prestígio - RGE
Eu sou um cara muito insistente. Atualmente, até os mais aficionados passam longe das seções de discos, principalmente no interior de hipers e supermercados, que tentam nos impingir coletâneas fajutas, pega-trouxas e engana bobos. é 'The Best' of pra lá, 'Hits' pra cá, caca atrás de caca. Mas como disse, a minha teimosia sempre me faz revirar as prateleiras atrás de algum disco que caiu ali por engano ou uma raridade que ninguém conhece e por consequência foi parar numa seção popular qualquer. E não é que ontem, no Coop perto de casa, achei entre os cantores gospel e as coletâneas sertanejas, essa jóia acima por reles R$ 2,99? É isso mesmo: um grande disco ao vivo apresentando uma importante fase da Bossa Nova em São Paulo, exatamente naquela transição entre a pré-produção dos banquinhos e violões dos bares paulistanos e apresentações amadoras em teatros e faculdades para o que viria a seguir, nos palcos dos festivais da TV. Eu tenho essa produção em LP e desde a primeira audição, me impressionei muito com a maturidade na produção desses jovens artistas: do canto fantástico e emocionante de Alaíde Costa ( talvez em seu melhor momento como intérprete) à bossa cadenciada de Walter Santos; das composições já diferenciadas de Chico Buarque às delicadas e dedicadas intérpretes Yvette e Maria Lúcia ( onde estarão?). E o disco ainda contava com os potentes Zimbo Trio e Bossa Jazz Trio, além do tarimbado Tito Madi, "importado" do Rio. Um discaço a preço de banana, com um repertório irrepreensível, produção do mágico Walter Silva ( o "Pica Pau") e técnica de som do onipresente Manoel Barenbeim ( que nos anos 60 estava em todas). Essa série da RGE, "Prestígio" ( o disco em questão é o nº9) traz texto interno sobre a produção e fotos ( abaixo) e também conta com discos originais de Paulinho Nogueira, Geraldo Vandré, Cartola, Dick Farney e Manfred Fest Trio, entre outros, e vale a pena ser procurada. Eu até pensei em comprar mais para distribuir pros amigos, mas só achei um.
Camaro no Brasil renova jingle clássico
![]() |
| *Divulgação |
realmente impressiona. Aguardemos o clipe, que promete.
Site: http://www.chevrolet.com.br/chevroletcamaro/index.shtml
Vídeo demontração: http://carros.uol.com.br/ultnot/multi/2010/11/23/040299346ADCA14307.jhtm?video-mostra-chevrolet-camaro-ss-em-detalhes-040299346ADCA14307
Teaser 30": http://www.youtube.com/watch?v=lhrxf9lNadc
Jingle original ( com Zé Rodrix): http://www.youtube.com/watch?v=NE1QKcnODv8
22 de novembro de 2010
Paul empolga e a Globo ( mais uma vez) folga
Paul McCartney empolgou a multidão que foi assistí-lo ao vivo ontem, no Morumbi. Como prometido, fez um showzaço de mais de três horas, recheado de canções clássicas. Cantou todas as 22 músicas dos Fab Four ( ver post anterior), esbanjou vitalidade e ousadia ( cantar a tonitrinante "Helter Skelter" no último bis é realmente um ato de coragem), mostrou uma banda totalmente entrosada e tascou direitinho as frases de praxe em português ( tal qual Porto Alegre, com cola no chão). Os 64 mil privilegiados presentes babaram de satisfação, of course. Já outra multidão, sem alternativa, que assistiu Paul "logo depois do Fantástico", na inacreditável telinha da Globo, presenciou um show de 1 hora e 20 min. ( contando os breaks comerciais), com 16 músicas no total ( ante 40 do show completo) e só 9 da safra Beatles. Caíram fora do "compactão" Drive my Car, Eleanor Rigby, Something, I've Got a Feeling e até Hey Jude. E eu ainda acreditava até ontem, que o Multishow, irmão mais "descolado" da Vênus Platinada, fosse mostrar muito mais coisa. Balela: o programa editado de ambas foram idênticos. Pra não ficar tão feio, o próprio Multishow já anunciou pro final desta semana um programa extra sobre Paul intitulado "Bastidores". Veremos.
Hoje, mais 64 mil iluminados presenciarão a lenda ao vivo. Quanto a mim, e todos aqueles que foram "compactados" pela Globo ontem, só nos resta esperar o futuro lançamento em DVD "Paul McCartney Live in São Paulo"
Acompanhem 'Jet' e 'All My Loving', via Estadão:
19 de novembro de 2010
Set list de Paul McCartney inclui 22 músicas dos Beatles!
De acordo com as últimas apresentações da turnê de Paul McCartney, incluindo o aclamado show de duas semanas atrás em PoA, o provável set list para domingo (21) e segunda (22) no Estádio do Morumbi/SP contará com nada mais nada menos que 22 músicas dos Beatles! nem os próprios Beatles tocaram tantas músicas em uma noite só ( a Alemanha e o Cavern Club não contam - eles tocavam muitas coisas dos outros). A lista de fôlego de Sir McCartney ( vale lembrar que ele tem 68 anos) ainda inclui 18 canções pós-Beatles, muitas de sua fase setentista nos Wings. Certamente um show clássico que ficará na história. Para quem não conseguiu ingressos ou desistiu no meio do caminho ( como eu -a intenção era levar meu filho beatlemaníaco, mas a idade permitida me impossibilitou), resta a Globo, que como de praxe deverá cortar a apresentação a seu bel prazer, encaixando-a na sua grade inflada de anunciantes. Um pouco antes o Fantástico colocará no ar a entrevista com Paul feita pelo já tarimbado Zeca Camargo. Quem tiver assinatura do Multishow pode se sair melhor: o canal fechado embora seja da Globo, tem a grade mais solta e promete 1 hora de "best of" do show ( que tem aprox. 3 horas), a partir das 11h15 do domingo. Tenho certeza que aqueles que mataram Paul ainda nos anos 60, agora querem morrer, ao vê-lo mais 'live' do que nunca neste incomensurável 2010.
O set list ( Beatles com *)
Venus and Mars/ Rockshow
Jet
All My Loving*
Letting Go
*Drive my Car* ou Got to Get You Into My Life*
Highway
Let me Roll It/ Foxy Lady
Long and Winding Road*
1985
Let 'Em In
My Love
I've Just seen a Face* ou I'm Looking Through You*
And I Love Her* ou Two of Us*
Blackbird*
Here Today
Dance Tonight
Mrs Vanderbilt
Eleanor Rigby*
Ram On
Something*
Sing the Changes
Band on the Run
Ob-la-Di, Ob-La-Da*
Back in the U.S.S.R*
I've Got Feeling*
Paperback Writer*
A Day in the Life* / Give Peace a Chance
Let it Be*
Live and Let Die
Hey Jude*
1º Bis:
Day Tripper*
Lady Madonna*
Get Back*
2º Bis:
Yesterday*
Helter Skelter*
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band*
The End*
O set list ( Beatles com *)
Venus and Mars/ Rockshow
Jet
All My Loving*
Letting Go
*Drive my Car* ou Got to Get You Into My Life*
Highway
Let me Roll It/ Foxy Lady
Long and Winding Road*
1985
Let 'Em In
My Love
I've Just seen a Face* ou I'm Looking Through You*
And I Love Her* ou Two of Us*
Blackbird*
Here Today
Dance Tonight
Mrs Vanderbilt
Eleanor Rigby*
Ram On
Something*
Sing the Changes
Band on the Run
Ob-la-Di, Ob-La-Da*
Back in the U.S.S.R*
I've Got Feeling*
Paperback Writer*
A Day in the Life* / Give Peace a Chance
Let it Be*
Live and Let Die
Hey Jude*
1º Bis:
Day Tripper*
Lady Madonna*
Get Back*
2º Bis:
Yesterday*
Helter Skelter*
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band*
The End*
17 de novembro de 2010
Cultura I - o blog e o jornal
Neste ano aconteceram coisas incríveis pro meu lado. Um deles foi a criação, ao lado de duas figuras ímpares, Mario Mastrotti e Henrique Valsésia, do Cultura I, um jornal gerado em São Caetano e inteiramente dedicado à cultura e a memória. Sem ganância ou ânsia de lucro e com alma independente, o jornalzinho rendeu que foi uma maravilha: uma extensa entrevista com o baterista do Sá & Guarabyra, Alex Reis e matérias leves e soltas sobre quadrinhos, figurinhas, línguas, comportamento, memória. O jornal saiu no começo do mês e paralelamente criou-se também o blog Cultura I, replicando material do seu irmão impresso e também com conteúdo inédito. Dois filhotes à solta que me deixaram orgulhoso à beça. E é só o começo...
No blog, acabei de postar a entrevista com o Alex Reis, na íntegra. Vale a pena acompanhar:
http://culturaiblog.blogspot.com/
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