30 de março de 2025

52º Colóquio de Histórias em Quadrinhos da Eca-USP (13/12/2024) disponível na íntegra no Youtube


 No dia 13 de dezembro de 2024, fui convidado para fazer uma palestra no último Colóquio de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP (52ª edição), que aconteceu de forma híbrida (presencial/online). O evento contou com presenças preciosas de colegas, especialistas e entusiastas das HQs, inclusive de vários estados do país. Na minha apresentação, explanei sobre o processo de criação, pesquisa e produção do meu livro "Joselito Solta seus Bichos", editado pela Noir e que ganhou o Troféu HQMix de 2024 na categoria 'grande contribuição do ano". Foi um prazer enorme participar do Colóquio e agradeço muito aos integrantes do Observatório de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP,  os professores Celbi Pegoraro, Roberto Elísio, Gazy Andraus e Waldomiro Vergueiro (fundador do Observatório, antigo Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos) e também Nobu Chinen, que foi quem me convidou inicialmente e não pôde participar ao vivo por estar em outro evento. A palestra rolou animadamente em pouco mais de 1 hora e entre outras participações, contou com o filho do quadrinista Alcides Salles (fundador da revista Maturi), Arandi Salles, de Natal-RN. Alcides foi um dos integrantes do GrupeHQ, uma confraria de jornalistas e artistas do estado, entre eles Lindberg Revoredo e Emanoel Amaral, que entrevistaram Joselito Mattos em 1972 para o jornal O Poti (fonte preciosa para o livro). Fiquei muito feliz e honrado de participar do Colóquio de Histórias em Quadrinhos, que eu acompanho sempre que posso e vem fazendo um papel crucial para que as HQs no Brasil se tornem não só objetos de estudo, mas que também comprovem sua importância na história cultural brasileira. Valeu!


A íntegra da palestra como prometi no post do ano passado, https://almanaquedomalu.blogspot.com/2024/12/coloquio-hibrido-do-observatorio-de.html está disponível neste link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=Zc-qV2iRG7w

26 de março de 2025

Machadinho lança livro no Patuscada


No sábado passado, fui com a minha musa Cris prestigiar o lançamento do novo livro de poesias do grande Machadinho, que veio a São Paulo diretamente de Salvador-BA, onde mora há alguns anos. Lá no bar literário Patuscada (ou livraria etílica, como preferir), estava rolando desde às 17 horas (com previsão de encerrar às 22hs) vários lançamentos da Editora Patuá, afiliada à casa, e entre eles o livro "Cais da Memória", mais um filho impresso do Carlos Machado, nosso Machadinho, jornalista dos bons, especialista em poesia (há anos divulgando esse gênero com seu poesia.net) e ele mesmo um poeta apurado. Chegamos cedo ao evento - bem ao lado do cemitério da Vila Madalena e perto do famoso Beco do Batman - e o espaço estava lotado, com filas diversas em seus vários cômodos. Antes de estacionar, já avistei do carro o Paulo Roberto Pepe, animadamente conversando em uma roda na calçada. Já lá dentro, reencontrei pessoas queridas como a Simonetta Persichetti e os escritores Marcelino Freire e Evandro Affonso Teixeira. Vi de longe o fotógrafo Raul Junior, mas a renca de gente à frente me impediu de cumprimentá-lo. Peguei meu autógrafo e conversei rapidamente com Machadinho, ostentando seu perene sorriso e suas famosas tiradas rápidas. Tentei encontrar o Pepe, mas não o vi mais. Com certeza, por ser um evento de horário elástico, muita gente dos anos de ouro da Editora Abril apareceu por lá para ver o Machadinho, que era muito querido na editora do Victor Civita e além dos amigos que arregimentou nas redações por onde passou (Exame no topo), era frequentador assíduo do Dedoc (Departamento de Documentação) Abril, setor onde eu, o Pepe, a Simonetta e tantos outros trabalharam ou colaboraram por anos. Eu tinha combinado com o Paulinho Bianchi e até o esperei por um tempo, mas ele me avisou por mensagem que ficou preso num churrasco de família. Perto das 20h, brindei com a Cris o livro do Machadinho e segui viagem de volta ao ABC, com a certeza de que essa foi uma tarde/noite fantástica! Viva a Poesia!






26 de fevereiro de 2025

Cenas de um sarau


O sarau literário de sexta-feira (21) foi um sucesso. Cerca de 50 pessoas passaram pela Livraria Casa das Ideias, entre escritores, amigos e apreciadores da boa literatura que souberam do evento pela internet. Entre os presentes, além dos autores e declamadores que foram ao microfone - eu, Carlos Galego, Solange Sólon Borges, Gennie Alves, Ala Voloshyn, Nelson Albuquerque, Malu, Pereira Zhórba, Ricardo Peçanha e Andrea, a proprietária - honraram o evento com suas presenças, a diretora da rede de bibliotecas públicas de São Caetano do Sul, Ana Maria Guimarães Rocha; o jornalista, editor e escritor Gonçalo Junior; o publicitário e empresário Ale Michelacci; a conselheira da Fundação Pró-Memória de São Caetano e editora da revista Raízes Paula Fiorotti; a pedagoga, educadora e escritora Márcia Gallo, a jornalista Viviane Raymundi (com sua family); o escritor e membro da APL Paulo Hijo; o jornalista e cineasta Marcelo Mazuras; o empresário e bon vivant Arnaldo Rhormens Neto; o radialista e sonoplasta Leo Engelmann; o publicitário e chefe de gastronomia Paulo Sacheta; a dançarina e coréografa Cris Escudeiro; o empresário Vagner Schmidt (e "pai-empresário" da escritora Andressa Schmidt), o escritor Dylan Batista, entre outros. Crianças bem animadas, vizinhos curiosos e um cão muito simpático pintaram de cores vivas a tarde/noite de céu limpo no Bairro Barcelona. Agradeço muito meu filho Gabriel Canos pela trilha sonora (que contou com um vocalize surpresa do Vitório, filho dos proprietarios) , a degustação do vinho argentino, muito elogiado, pela minha mana Helô, a parceria vital do velho amigo Cléber, do vizinho Bar do Nelson (que pelo que soube, foi fundado pelo seu avô em 1953!) e da big ajuda da minha filha Letícia Canos e minha esposa, Cris (a quem dediquei um dos poemas, no vídeo abaixo). E claro, muito obrigado ao casal proprietário da Casa das Ideias, Andréa e Cláudio, que abriu as portas da livraria para esse encontro mágico. Que venham os próximos!

                                                     Zhórba a postos

                                                 Gennie ao microfone









                                 Ana Maria, Letícia, Nelson, eu e a Paula


                                                            Ala declamando





                                     Na mesa, Gennie, Ala, Malu, Andressa e Paulo (de costas)

                                                eu

                                              Malu
                                        

                                              Galego

                                               Solange


                                                    Ala

                                                

                                                   Gennie
                                          



24 de fevereiro de 2025

"Barroquinha Livros e Discos" , em São Caetano do Sul- SP

 


Quando fiz uma grande matéria há algum tempo sobre lojas de discos para a Revista Raízes, de São Caetano do Sul-SP, alguns entrevistados citaram uma pequena loja de discos na Rua Baraldi, no centro da cidade, antes da virada dos 70, mas nessas conversas faltavam detalhes e principalmente, o nome da tal lojinha. Com a falta de subsídios, o misterioso estabalecimento acabou não sendo citado no artigo histórico. Pois eis que a prova de que esse comércio existiu me aparece agora da forma mais inusitada: mexendo numa caixa de sapatos forrada de chaveiros que pertenceram ao meu saudoso pai, uma curiosa peça saltou de repente na palma da minha mão e eu não acreditei quando bati o olho. Ali, acima de um rosto de perfil de um arlequim barbudo ilustrado, estava o nome que ninguém lembrou na ocasião (acima) - Barroquinha. Pra completar o achado, a informação (abaixo) de que além de discos, a lojinha também vendia livros! Pena que junto com o endereço (Rua Baraldi, 825) não gravaram o ano em que o chaveiro-brinde de madeira foi confeccionado.  De qualquer modo, a ponta do iceberg surgiu com esse pequeno chaveiro estropiado. Agora, quem sabe, alguém vai vê-lo aqui e essa visão trará lembranças detalhadas de uma loja de discos (e livros) que até ontem não passava de uma lenda urbana contada por antigos rockers sul-sancaetanenses.




21 de fevereiro de 2025

Hoje tem Sarau literário em São Caetano


Hoje é o dia do I Sarau Literário capitaneado pela Livraria Casa das Ideias, em São Caetano do Sul. Na verdade, a ideia partiu depois que eu fui visitar a loja (aqui no meu bairro) e comentei que, além da livraria ser a única de rua na cidade toda (a outra está dentro do shopping), ainda tinha o fato dela ser a primeira livraria aberta em toda a história do bairro Barcelona. Aí, a conversa fluiu para a divulgação e o sarau foi o caminho encontrado. A partir das 17h!

O Diário do Grande ABC soltou uma matéria sobre o sarau:

https://www.dgabc.com.br/Noticia/4205433/livraria-de-rua-realiza-sarau-literario-em-sao-caetano

31 de janeiro de 2025

Lendo

 Janeiro findando e a pilha na cabeceira vai baixando. Entre as pérolas que já li nesse início do ano:


Este livro do poeta, professor, letrista e tradutor Duda Machado é de 1997 e eu só o descobri neste ano. Li com muito prazer suas poesias etéreas e ao mesmo tempo lúcidas. Duda, baiano de 1944, foi/é muito amigo de Caetano e segundo este último, foi crucial para o Tropicalismo quando chamou a atenção do jovem compositor em 1967 para o filme "Acossado" de Godard, que para ele era muito mais importante do que "Hiroshima, meu Amor", de Alain Resnais. Depois de morar com Caetano no mítico Solar da Fossa, no Rio, encontrou Jards Macalé e com ele fez meia dúzia de canções - em disco saíram "Hotel das Estrelas" e "The Archaic Lonely Stars Blues", gravadas por Gal Costa. Na sequência, produziu a revista "Pólem" e participou do projeto poético anárquico "Navilouca" de Waly Salomão e Torquato Neto (que faleceu em 1972 e não viu a revistona vir à tona). Com essa cancha, Duda finalmente se viu como poeta e a partir do seu primeiro livro, "Zil', de 1977, nunca mais parou de poetizar. Sua escrita tem tropicália, concretismo, Bandeira, Murilo Mendes, Drummond, João Cabral, mas tem também muita identidade própria, numa linguagem sublime, leve, mas sólida. Ainda é fácil de achar esse livro nos amazons e estantes virtuais da vida - se não for esse, comprem logo a antologia póética "1969-2021", que saiu pela Círculo de Poemas no ano passado, pegando praticamente toda a sua obra.


Esse simpático livrinho acima é da coleção "Esses Gaúchos' da editora Tchê!, que contempla, quase 40 nomes da cultura e sociedade gaúcha, de Elis Regina e Teixerinha a Prestes, João Cândido, Álvaro Moreyra e Barão de Itararé. Lançado em 1986 e escrito por Jimi Neto e Rossyr Berny, lança luz sobre a meteórica carreira do músico e produtor Carlinhos Hartlieb (1947-1984), numa linguagem bem descontraída e cheia de referências sobre a efervescente cena musical e cultural do Rio Grande do Sul entre os anos 1960 e 1980. Carlinhos foi um grande catalizador de talentos do teatro e da música que estavam espalhados pelo Estado e graças a sua verve natural para a união e para a produção integrada foi um dos grandes responsáveis para que novas gerações se encontrassem e achassem seu lugar a partir de produções independentes capitaneadas pelo músico. Do início na bossa nova ainda em 1963 (com o amigo Hermes Aquino, que estouraria na década seguinte com "Nuvem Passageira") até o rock do final da década e o teatro gutural do Oficina em São Paulo, Carlinhos se encontrou mesmo quando assumiu no meio dos 70 o papel de produtor e agitador cultural, abrindo espaço para a nova música gaúcha na unha. Mesmo com um documentário feito em 2008 ("Um Risco no Céu", de René Goya Filho,que pode ser assitido aqui: https://www.youtube.com/watch?v=XwM5KX_1FIY), o nome de Carlinhos permanece na sombra e a sua morte prematura é uma das responsáveis por esse hiato: em 1984, seu corpo foi encontrado sem vida em seu retiro, uma cabana na praia do Rosa em Santa Catarina. Sua morte, que a polícia considerou na época como 'enforcamento', deixa até hoje muitas indagações no ar, pois o laudo pericial não encontrou sinais de lesão cervical e apontou indícios de violência e a falta de onze dentes em sua arcada. O legado de Carlinhos precisa ser retomado, pois além de sua importância como agente cultural, sua música é radiante e vibrante. Como curiosidade final, um dos registros mais sólidos que Carlinhos acabou deixando para a posteridade involuntariamente foi o reconhecimento de uma nova espécie de aranha coletada por ele ainda no início dos ano 60 - aranhas sempre foram uma paixão em sua vida -, e que a Universidade de Harvard finalmente registrou em 1988 como Alpaida hartliebi, em sua homenagem.


O genial Dalton Trevisan (1925-2024), falecido recentemente e considerado um dos melhores contistas da literatura brasileira, já era recluso e consagrado quando entregou nas livrarias esse romance "A Polaquinha" em 1985, mais um sucesso inconteste de sua longa carreira. Trevisan escreveu dos anos 1940 até o ano de sua morte, um feito incrível e louvável. Vale a pena mergulhar em suas obras e co- nhecer seu universo conciso, popular e peculiar, repleto de pesadelos particulares e angústias cotidianas.


Quando Gonçalo Junior encasqueta e resolve biografar alguém, pode crer que o livro resultante dessa pesquisa/mergulho vai ser profundo, minucioso e revelador. É só ler qualquer uma de suas obras ("Guerra dos Gibis"; "Eu Não sou Lixo" - biografia de Evaldo Braga; "Pra que Mentir", bio de Vadico; "Visionário dos Quadrinhos", com a história de vida do artista José Luis Salinas; "Um Coração que Chora", com a bio de Jacob do Bandolim, entre tantas outras) para se chegar a essa conclusão. E o livro sobre a pioneira do nosso rock, Celly Campelo ("Garota Fenomenal", coescrito com Dimas Oliveira Junior) não foge à regra e refaz toda a sua trajetória, do sucesso retumbante ainda adolescente no final dos anos 1950, passando por sua surpreendente saída do show business para se casar, com apenas 19 anos até chegar aos mínimos detalhes de sua vida intensa, que presenciou revivals (como o advento da novela "Estúpido Cupido" em 1976) , mas principalmente se viu cercada por críticas e pressões de todos os lados, anos depois da decisão que a tirou da carreira pra sempre. Imperdível!




24 de janeiro de 2025

No Sebo do Japa


No dia 8 último, passei no Sebo do Japa, do lendário Fausto Kataoka - fotoliteiro que trabalhou com meio mundo e meio do mercado de quadrinhos nos anos 1970/1980/1990. A data já estava pré-marcada, pois o roteirista/desenhista/cineasta Isaac Huna - argentino que passou bons anos no Brasil entre a década de 80 e 90 - já tinha me convidado para esse encontro especial no sebo. Em plena quarta-feira, final de tarde, chego lá atrasado e encontro uma turma bem animada na entrada do estabelecimento, enchendo seus copos de espumosas e conversando animadamente sobre histórias incríveis de antanho. Pela foto acima, dá para ter uma ideia da animação da turma, que contou com a presença de (da esquerda para a direita): Henrique de Farias, Drago, Omar Viñole, eu, Franco de Rosa, Julio Hamasaki, Fausto Kataoka e Isaac Huna. Cada um deles com grandes histórias dentro do mercado de histórias em quadrinhos. Um momento inesquecível e mágico!

Para quem quiser visitar o Sebo do Japa, o endereço é Avenida São João, 1510. Ele não abre todos os dias. O dia ideal é sábado.

17 de janeiro de 2025

Visitando a Mikei!


Ontem fui visitar a clássica e histórica Banca Mikei, espaço que frequento desde os meus 9 anos de idade, quando minha mãe me levava pra passear no centro de Santo André, e eu, já um assaz farejador de gibis usados, fazia questão de parar no sebo, sempre recheado de revistas, que ainda ficava na rua da estação de trem. Seu fundador, seu Delson, abriu a Mikei em 1972 (assim mesmo, com o nome ligeiramente mudado, talvez com medo da major Disney implicar com o batismo) e quatro anos depois, lá estava eu fuçando as suas prateleiras e deixando minha mãe em polvorosa. Continuei frequentando o estabelecimento anos a fio e fui testemunha da troca de guarda, quando o Milton e seu filho Rafael compraram a Mikei em 1998 e continuaram a saga de perpetuar seu bom nome. A dupla fez mais: deixou a loja mais organizada, mantendo seções temáticas e fortaleceu o que lhe era mais precioso em sua essência: os Quadrinhos! Após mudanças de endereço, o sebo parece que encontrou seu local definitivo, na Rua Gertrudes de Lima, nº 83, com um espaço amplo, mais arejado e com direito até a um "templo de obras raras" logo na parede da entrada. Ontem fui lá para levar o livro sobre o Suplemento, e como sempre, fui muito bem tratado pelos confrades Milton, Rafa e Thallys. Esse último aliás, postou um texto emocionante no Instagram, que eu trago pra cá, na íntegra, abaixo:

"Com o passar do tempo, a história da Banca Mikei se entrelaçou com a história das histórias em quadrinhos.

Por ser um ponto de encontro de apaixonados pela nona arte, personagens essenciais para a memória do quadrinho brasileiro acabam sempre aparecendo por aqui.

Hoje, nosso amigo de longa data Marcos Massolini, nos visitou e autografou nossas edições do livro em que fez parte em parceria com Francisco Ucha e Toni Rodrigues: "Suplemento Juvenil - 90 Anos' conta com riqueza de detalhes a história desse importante periódico que está intrinsecamente ligado ao surgimento do mercado de quadrinhos como o conhecemos hoje.

Um trabalho de pesquisa fantástico e essencial!!

O Marcos ainda ganhou um HQMix em 2024 por mais seu trabalho de resgate relacionado a quadrinhos, "Joselito Solta seus Bichos", que conta a história de um mestre há muito tempo esquecido: Joselito Mattos (1924-1989). Livro lançado pela Editora Noir.

A Banca Mikei apoia todos os resgates históricos relacionados a HQs. Entendemos que os artistas importantes não podem mais ficar nas páginas passadas. Caso se interesse pelos livros, você pode encontrar nos links abaixo:

https://ucha-editorial.lojaintegrada.com.br/suplemento-juvenil-90

https://www.editoranoir.com.br/n-0049

(Texto de Thalys Miller)

Vida longa para a Banca Mikei!

13 de janeiro de 2025

Bons presságios!

Abrindo os trabalhos do blog em 2025, saúdo os leitores e desejo um novo ano recheado de projetos incríveis, descobertas maravilhosas e paixões arrebatadoras! Essa mariposinha graciosa veio me visitar enquanto escrevinhava essas linhas. Bons presságios!

31 de dezembro de 2024

Suplemento Juvenil 90 Anos

Aos 90 minutos do segunto tempo de 2024, saiu da gráfica o livro "Suplemento Juvenil - 90 Anos"( Ucha Editorial), escrito a seis mãos pelo Toni Rodrigues, eu e e o Francisco Ucha (que também editou e diagramou). Essa capa magnífica tem criação do Toni e contamos também com a big helper do colecionador e pesquisador Rogério Casacurta e o auxílio luxuoso do colecionador Luis Tabloides. Ainda bem que deu tempo de ser publicado em 2024, pois esse ano comemorou-se os 90 anos do suplemento de Adolfo Aizen, que mudou a forma de se ler e publicar quadrinhos no Brasil, com a vinda de histórias de monstros sagrados da Época de Ouro da HQ mundial, principalmente as de aventuras. Fiquei extremamente grato pela oportunidade de escrever para essa obra seminal, que pode ser adquirida em várias plataformas e também na loja da Ucha Editorial (abaixo).

https://ucha-editorial.lojaintegrada.com.br/suplemento-juvenil-90