Passeando por esse mundão afora nas miniférias de meio de ano dos filhos, resolvemos passear em família pela região de Campos de Jordão, mesmo sabendo ser uma área onde os cifrões pululam e os preços flutuam acima das cabeças. O jeito foi usar a criatividade: piquenique, trilhas e observação da natureza - três coisas que nos distanciaram das maquininhas de débito/crédito ao redor. O parque da Mantiqueira/Campos de Jordão foi uma saída digna do clássico Leão da Montanha. E as imagens, tanto do parque, como da cidade e da estrada, não deixam dúvidas de que o passeio nos proporcionou paisagens lindas e abençoadas por Deus.
31 de julho de 2016
Tour de Julho 1: Cantareira/ Campos de Jordão
Passeando por esse mundão afora nas miniférias de meio de ano dos filhos, resolvemos passear em família pela região de Campos de Jordão, mesmo sabendo ser uma área onde os cifrões pululam e os preços flutuam acima das cabeças. O jeito foi usar a criatividade: piquenique, trilhas e observação da natureza - três coisas que nos distanciaram das maquininhas de débito/crédito ao redor. O parque da Mantiqueira/Campos de Jordão foi uma saída digna do clássico Leão da Montanha. E as imagens, tanto do parque, como da cidade e da estrada, não deixam dúvidas de que o passeio nos proporcionou paisagens lindas e abençoadas por Deus.
29 de julho de 2016
Para o acervo: Ingresso de entrada para o Parque Estadual de Campos do Jordão-SP ( Mantiqueira)
Esse ingresso totalmente ilustrado com a fauna e flora de São Paulo eu guardei como recordação do passeio ao Parque Estadual de Campos do Jordão no fim de semana passado. Arte bem interessante, com ares de xilogravura e estilo armorial. Já foi pro arquivo.
27 de julho de 2016
Baú do Malu 64: arte original do festival "Monsters of Rock"
Encontrei sem querer essa arte original, feita para peça de divulgação do festival "Monsters of Rock", enquanto cavocava algumas pastas antigas do acervo da família. Muito provavelmente essa arte foi parar na mão da Cris quando ela trabalhava na Lintas nos anos 90 ( a agência tinha a Philips como cliente) mas também pode ser que eu ganhei em alguma "troca cultural" que fiz na época. De qualquer maneira, está aí, com seu papel vegetal, algumas anotações ilegíveis e ainda sem as informações adicionais do evento.
Numa época de entressafra de grandes festivais, o Monsters of Rock preencheu a lacuna com atrações de peso. Na primeira edição brasileira, em 1994, vieram Kiss, Slayer e Black Sabbath ( com Tony Martin nos vocais). Já para o ano seguinte (edição 1995 da arte acima) as atrações foram Ozzy Osbourne, Faith No More, Alice Cooper e Megadeth.
Incluí abaixo o folder/cartaz que foi divulgado na época, para comparação. Se alguém souber de quem é essa arte ou se o próprio autor ver esse post, por favor, me avise!
26 de julho de 2016
Foto do Mês - Muro de livros no Paraná!
![]() |
| Cristiano Viteck/O Presente |
23 de julho de 2016
Hildebrando Pafundi
Imensuravelmente honrado com a oportunidade que tive na semana, ao entrevistar o grande Hildebrando Pafundi, jornalista, fotógrafo e escritor. Depois de mais de 70 anos morando, trabalhando e produzindo no ABC, Pafundi vai se mudar para Taubaté com a filha, e eu aproveitei o momento para entrevistá-lo, com o intuito de publicar esse material em breve, para um veículo literário que logo, logo surgirá em São Caetano ( darei mais detalhes no momento certo). Muitas histórias do seu tempo de Diário do Grande ABC e Estadão - trabalhou por décadas em ambos os veículos - e da sua carreira literária que já conta com quase uma dezena de lançamentos, eu escutei de sua boca, in loco, dentro da biblioteca municipal Paul Harris, na quarta-feira. Ao meu lado, a minha filha-escudeira Letícia, fotógrafa de mão cheia e agora assistente de jornalista (rsrs) com sua prática em gravações via celular ( eu para essas tecnologias sou um caos). O livro mais recente, "Esquina Descontraída", com material que ele publica na coluna homônima do site CliqueABC, me foi presenteado durante a entrevista ( fotos).
Caríssimo Hildebrando Pafundi, que sua escrita continue levando descontração e inquietude para o maior número de leitores possível e que essa sua nova etapa no interior de São Paulo só lhe faça bem. Nos vemos por aí!
21 de julho de 2016
Raízes 53 (Julho de 2016)
Mais uma vez, eu e meu pai fomos a um lançamento da revista Raízes, aqui da minha terra São Caetano do Sul. A publicação histórica semestral, produzida pela Fundação Pró-Memória do município, chegou ao nº 53, um feito incrível em se tratando de um veículo memorialista e ainda por cima preparado com muita qualidade ( pepel especial , capa cartão, lombada quadrada, 132 páginas, etc). Nesta edição, o destaque são as farmácias da cidade ( principalmente aquelas escritas ainda com "ph", nos tempos das boticas, como a da capa, a pioneira "Pharmacia Paolone"), mas há também muitos depoimentos, histórias orais ( um dos focos é a trajetória movimentada de Rick'n'Roll, um dos maiores agitadores culturais da localidade e um grande disseminador do movimento rocker), perfis, crônicas, artigos e uma grande quantidade de ilustrações ( os anúncios de medicamentos ganham destaque também) e fotos históricas, muitas mandadas pelos próprias famílias sulsancaetanenses. Em consonância com a proximidade das Olímpiadas no Brasil, foi feita também uma grande matéria especial sobre os Jogos Olímpicos, recordando inesquecíveis atletas da região e enaltecendo o atual campeão medalhista da cidade, Arthur Zanetti - sua infância e adolescência em São Caetano são retratadas em seu perfil. Outra matéria que deve ser mencionada, assinada pelo meu amigo Renato Donisete traz a campanha do mítico A.A. São Bento nos campeonatos paulistas de 1956 e 1957, além de destacar a figura do ídolo Aldo Malagoli, goleiro da equipe. A Raízes 53 mantém o quilate de suas antecessoras e toda sua equipe deve ser parabenizada. A memória de São Caetano agradece.
15 de julho de 2016
Despedidas
Nos últimos dias, profissionais/personalidades da mais alta categoria e criatividade e de produção sem paralelo foram para outro plano e deixaram nosso Brasil sombreado de luto. Fica aqui um pouco da história de cada um. Sigam em paz!
Ivald Granato (1949-2016)
Artista multimídia dos mais autênticos e expansivos no Brasil, Ivald se utilizou de vídeos e performances que fizeram história nos anos 80/90. Também foi um desenhista e pintor de mão cheia, deixando dezenas de telas, gravuras e ensaios. Dia 03/07.
http://www.art-bonobo.com/ivaldgranato/
Marco de Bari (1963-2016)
Fotógrafo e editor de Quatro Rodas por anos, certamente era o profissional que melhor fotografava carros no Brasil. Também fazia trabalhos paralelos para a editora, caso de alguns ensaios para a Playboy. Um acidente grave em um estúdio em São Paulo lhe tirou a vida precocemente aos 53 anos. Bari, além de um profissional exemplar, era também uma pessoa de fino trato, gentilíssimo, como eu mesmo pude comprovar em suas várias visitas ao Dedoc ( Departamento de Documentação da Editora Abril). (08/07)
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/07/1789761-fotografo-marco-de-bari-morre-apos-acidente-em-estudio-em-sp.shtml
Hector Babenco (1946-2016)
Indiscutivelmente um dos melhores cineastas brasileiros ( nasceu na Argentina mas naturalizou-se brasileiro), Hectos Babenco fez grandes e autênticos filmes. Suas produções tinham sua marca e sempre misturavam drama, lirismo e humor sem causar estranheza. O último, "Meu Amigo Hindu", autobiográfico, trouxe William Dafoe como protagonista. (13/07)
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/07/1791646-babenco-enxergou-a-truculencia-do-pais-como-poucos-brasileiros.shtml
Sábato Magaldi (1927-2016)
Homem múltiplo - professor de teatro, crítico de teatro, teatrólogo, jornalista - Sábato fez história principalmente em sua fase como crítico no suplemento literário do Estadão, entre 1953 e 1972 e no Jornal da Tarde, mas também como professor e autor de clássicos como "Panorama do Teatro Brasileiro" (1962), obras que acabaram conduzindo-o à cadeira da ABL. (14/07)
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/07/morre-o-critico-de-teatro-sabato-magaldi.html
Ivald Granato (1949-2016)
Artista multimídia dos mais autênticos e expansivos no Brasil, Ivald se utilizou de vídeos e performances que fizeram história nos anos 80/90. Também foi um desenhista e pintor de mão cheia, deixando dezenas de telas, gravuras e ensaios. Dia 03/07.
http://www.art-bonobo.com/ivaldgranato/
Marco de Bari (1963-2016)
Fotógrafo e editor de Quatro Rodas por anos, certamente era o profissional que melhor fotografava carros no Brasil. Também fazia trabalhos paralelos para a editora, caso de alguns ensaios para a Playboy. Um acidente grave em um estúdio em São Paulo lhe tirou a vida precocemente aos 53 anos. Bari, além de um profissional exemplar, era também uma pessoa de fino trato, gentilíssimo, como eu mesmo pude comprovar em suas várias visitas ao Dedoc ( Departamento de Documentação da Editora Abril). (08/07)
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/07/1789761-fotografo-marco-de-bari-morre-apos-acidente-em-estudio-em-sp.shtml
Hector Babenco (1946-2016)
Indiscutivelmente um dos melhores cineastas brasileiros ( nasceu na Argentina mas naturalizou-se brasileiro), Hectos Babenco fez grandes e autênticos filmes. Suas produções tinham sua marca e sempre misturavam drama, lirismo e humor sem causar estranheza. O último, "Meu Amigo Hindu", autobiográfico, trouxe William Dafoe como protagonista. (13/07)
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/07/1791646-babenco-enxergou-a-truculencia-do-pais-como-poucos-brasileiros.shtml
Sábato Magaldi (1927-2016)
![]() |
| fonte: Jornal da USP |
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/07/morre-o-critico-de-teatro-sabato-magaldi.html
11 de julho de 2016
Recreio nº 1 ( como encarte de Realidade nº 38 de maio de 1969)
Folheando despreocupadamente a REALIDADE de Maio de 1969 ( capa abaixo) tomei um susto daqueles ao me deparar com a mítica revista RECREIO Nº1 encartada no miolo da revista!! Não tinha conhecimento desta divulgação inusitada da Editora Abril na época. A Recreio está inteirinha e em estado de banca ( como pode ser visto nas fotos), pois a revista acabou preservando-a! Nos detalhes, a carta de apresentação do editor Victor Civita, perfil da revista e por fim, capa, contracapa e o encarte aberto. Mas que susto delicioso! a Recreio foi para mim e muitos outros da minha geração, uma fonte de informação/divertimento e criatividade que jamais percebi posteriormente em outra publicação infantil no Brasil. Além de manter uma equipe de intelectuais e artistas ímpares ( Ruth Rocha, Igayara, Canini, Cesar Sandoval, Sonia Robatto, Ana Maria Machado, entre muitos outros) a revista trazia brincadeiras, passatempos, brinquedos para montar ( o lema era " Leia, Pinte, Recorte e Brinque"), e historinhas muito bem urdidas. Há uma segunda fase da revista em bancas que sempre traz brindes, bonequinhos e HQs - respeito bastante sua existência e acho que nem cabe uma comparação com a pioneira, pois os tempos são outros, mas se for para situar o peso da relevância na história editorial do país, aí a primeirona Recreio desponta merecidamente.
8 de julho de 2016
Martinho da Vila - O Nascimento do Samba (Sesc Santo André - 28/05/2016)
Entre maio e junho assisti a shows bem bacanas por um preço totalmente de acordo com a atual crise econômica. Todos eles, Renato Braz, Toninho Horta e Martinho da Vila foram no SESC Santo André e todos eles não passaram de R$20,00! Claro que tenho a vantagem de pagar como dependente da minha esposa, a titular da carteirinha do SESC, mas mesmo o preço para o público em geral vale muito a pena, se compararmos com os preços estratosféricos que andam cobrando por aí. O formato dos espetáculos geralmente é acústico e muitas vezes com uma formação bem enxuta no palco, caso dos shows do Renato Braz, que se acompanhou apenas de um pianista convidado e de Toninho Horta, também com um pianista para lhe ajudar. Ambos os shows foram intensos e emocionantes - Renato Braz pra mim é um dos grandes vocalistas do momento e os extremos onde leva sua voz são de arregalar os olhos. Já Toninho Horta, cada vez utiliza uma linguagem própria com as cordas; desta vez tocou mais violão que guitarra, mas extrapolou como sempre em sua intrincada e ligeira forma de tocar, com o vocal nem sempre usando palavras, mas apenas permeando suas reviravoltas harmônicas, como se fosse outro instrumento. Martinho da Vila já trouxe outro formato e por isso mesmo não tocou no anfiteatro da casa, mas no palco externo, bem maior e com espaço razoável para se colocar cadeiras avulsas. Com uma banda muito bem azeitada e acompanhado de dois filhos - Tunico Ferreira na percussão e Juliana Ferreira na voz, Martinho se mostrou muito á vontade como anfitrião da história do samba. O repertório bem pesquisado trouxe de pré-sambas, maxixes e sambas pioneiros, a vertentes posteriores que passaram pelo samba canção, a bossa nova e os festivais. E alguns sambas que lhe tiraram da zona do conforto - caso da própria bossa e dos paulistas Adoniran Barbosa e Paulo Vanzolini ( na trágica Cravo Branco). Não faltaram nessa "aula" de samba os primordiais Noel Rosa e Dorival Caymmi, além de várias criações do próprio Martinho, a começar pelo seu sucesso primeiro, "O Pequeno Burguês". Entre uma música e outra, Martinho ia narrando com muita clareza e compenetração a trajetória do gênero, seguindo fielmente o roteiro estabelecido do espetáculo (como pode ser visto no folder anexo). Uma noite surpreendente que só não foi perfeita por causa de alguns "sem noção" na plateia, que não só se recusaram a escutar a narração histórica feita com todo respeito por Martinho, preferindo ficar dançando ao lado das cadeiras, bebendo e falando muito alto. Martinho, um gentleman, ignorou solenemente essa ala e seguiu à risca seu roteiro. No fim, um showzaço para não se esquecer.
( segue o folder na íntegra, com roteiro, ficha técnica e repertório)
( segue o folder na íntegra, com roteiro, ficha técnica e repertório)
7 de julho de 2016
"Feiticeira" - Marília Pêra ( Som Livre - 1975)
Estou perdidamente apaixonado por esse disco setentista da Marília Pêra que conheci nesta semana via Youtube ( onde não está full, mas faixa a faixa). Pelo que perscrutei com amigos na rede, é um LP que acabou renegado na época de seu lançamento (1975) por ser produto de um espetáculo musical que por várias razões - entre elas, o espírito esotérico deslocado e o caráter muito lúdico em tempos pesados de ditadura - acabou não vingando em bilheteria. Mais um caso em que uma pérola de quilate óbvio acabou enterrada sem chance de ser melhor exibida. Pelo menos até 2011, quando depois de mais de três décadas no limbo e nos sonhos de caçadores de sebos/feiras teve sua reedição em CD graças ao trabalho sempre fidedigno e primoroso da gravadora Joia Moderna do DJ Zé Pedro, um fã confesso do disco, com produção de Thiago Marques Luiz. Em abril deste ano, a Som Livre reeditou tardiamente e sem divulgação o disco, na reverb do falecimento da atriz em dezembro último.
A obra tem uma ficha técnica de cair o queixo: Guitarras de Zé Menezes, Helio Delmiro e Guto Graça Mello ( que também faz os arranjos); Geraldinho Azevedo no violão; o onipresente Chico Batera na percussão; a banda Vímana ( com os "garotos" Lulu Santos, Lobão e Ritchie), titular no espetáculo, dando o ar da graça em alguns momentos como na faixa "O Avô de Jabor" ( de Nelson Motta, idealizador/produtor da peça ao lado de Fauzi Arap e marido de Marília na época); participações preciosas de Marcio Montarroyos, Walter Franco - tocando e cantando com Marília em "Dança da Feiticeira" e Luhli e Lucina arranjando e harmonizando a faixa "Bentevi", cria da dupla. A escolha das composições para o espetáculo foi muito certeira, unindo novatos como Eduardo Dussek, estreando em disco ( "Alô Alô Brasil", que só faria sucesso dois anos depois em novela) e Alceu Valença ("O Medo"), regravações fortes de épocas diferentes ( "A Natureza", de Zé Vicente da Paraíba e Passarinho do Norte; "Canção pra Inglês Ver", de Lamartine Babo e a ligeira "Não Digas Nada"- dos Secos & Molhados) e vanguardistas crônicos ( Jards Macalé Duda com "Sem Essa"; Jorge Mautner com "Samba dos Animais"). Das treze faixas, cinco são de Motta/Graça Mello. Marília Pêra é sempre um caso a parte - por ser artista completa que sempre interpretou, cantou e dançou com qualidade invulgar - mas mesmo assim, sua "porção cantora " me surpreendeu muito aqui, por usar com sutileza a voz e fazer de cada música uma performance inusitada e de personalidade própria. O clima do disco tem muito de Secos & Molhados e Luhli e Lucina ( e não à toa, há composições inclusas de ambos), mas há momentos mais "duros" e políticos que passaram batidos á época - caso de "Estado de Choque" e a própria "Medo" de Alceu, o que acabou ajudando na incompreensão da obra como um todo. O certo é que é imperdoável que obras tão bem feitas, coesas e modernas caiam com frequência no buraco negro da história musical brasileira - pesquisem "discos perdidos", discos sumidos" e discos "retirados de circulação" para verem o tamanho desse absurdo. No caso, a reedição da gravadora original só aconteceu após o desencarne da artista principal, mas pelo menos é a chance de se ter disponível ( ainda) o produto físico. Mas ainda bem que temos pesquisadores frequentes e produtores sérios que trazem do limbo esses tesouros e também os abnegados do Youtube, compartilhando suas coleções particulares sem mirar lucro.
Seguem as faixas dessa obra-prima:
Bentevi ( Luhli/Lucina) - https://www.youtube.com/watch?v=9zoSM0_LLmA&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Alô, Alô, Brasil ( Eduardo Dussek) - https://www.youtube.com/watch?v=Ktzerm0RYmM&index=2&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Dança da Feiticeira (Guto Graça Mello/ Nelson Motta) c/ Walter Franco - https://www.youtube.com/watch?v=ohWODlo0afo&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY&index=3
Canção Para Inglês Ver ( Lamartine Babo) - https://www.youtube.com/watch?v=lnRMvug-zjM&index=4&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Samba dos Animais ( Jorge Mautner) - https://www.youtube.com/watch?v=8OLMpNIQPsg&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY&index=5
A Natureza (Zé Vicente da Paraíba e Passarinho do Norte - adaptação de Geraldo Azevedo) - https://www.youtube.com/watch?v=pwBAgt-aXfk&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY&index=6
O Medo ( Alceu Valença) - https://www.youtube.com/watch?v=Aw56COV2qb4&index=7&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Não Digas Nada ( João Ricardo/ Fernando Pessoa) - https://www.youtube.com/watch?v=3HmM0z_7eGs&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY&index=8
Sem Essa ( Jards Macalé/Duda) - https://www.youtube.com/watch?v=FR7N1Itw9wk&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY&index=9
A Cara do Espelho ( Guto Graça Mello/ Nelson Motta) - https://www.youtube.com/watch?v=mwEDrkm41ZE&index=12&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Avô do Jabor ( Guto Graça Mello/Nelson Motta) - https://www.youtube.com/watch?v=ET51x33YMJA&index=13&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Coelho Branco ( Guto Graça Mello/Nelson Motta) - https://www.youtube.com/watch?v=vJvy4FTmKww&index=14&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
Estado de Choque (Guto Graça Mello/ Nelson Motta) - https://www.youtube.com/watch?v=PRxEzpM4rng&index=11&list=PLXBPVeX2PzDTbUTXCVRvCFembvmA-nTaY
6 de julho de 2016
Subúrbio 1 do Floreal
Valeu, Floreal!
5 de julho de 2016
Carmen Costa homenageada pelo Google!
Talvez um dos Doodle mais surpreendentes entre todos (acima), a homenagem feita pelo Google no 96º aniversário da fantástica cantora/compositora brasileira Carmen Costa (1920-2007) faz jus a uma artista que também surpreendeu muita gente em sua elástica carreira: era doméstica na casa de Francisco Alves quando foi descoberta por Carmen Miranda em uma festa. Daí para os programas de calouros e composições próprias foi um pulo. Foi premiada em programa de Ary Barroso e iniciou uma vencedora dupla com Henricão, enquanto colocava nas paradas músicas que se perpetuam até hoje ( "Está Chegando a Hora", versão de música mexicana, e "Cachaça" - aquela mesma "....não é água não"...). Ao se casar com um americano, foi morar longa temporada nos EUA ( inclusive participando do famoso concerto da bossa no Carnegie Hall) e Europa e voltou consagrada como uma das mais importantes artistas do Brasil. Compôs até o fim da vida, fez um disco maravilhoso pelo selo Marcus Pereira em 1972, ao lado de Paulo Marquez ( com músicas de Paulo Vanzolini) e foi "tombada" como patrimônio cultural do Rio de Janeiro em 2003 ( onde compôs especialmente para a ocasião a música "Tombamento"). Homenagem mais do que justa e repito, surpreendente, visto que a velha guarda da nossa música brasileira está relegada a prateleiras de fervorosos colecionadores e programas especiais de rádio esporádicos.
Para relembrar Carmen, vale ver esse Programa Musicograma da TV Brasil, dividindo o perfil com outra voz negra brasileira essencial - Áurea Martins:
https://www.youtube.com/watch?v=6ERXyE0pWGA
Para relembrar Carmen, vale ver esse Programa Musicograma da TV Brasil, dividindo o perfil com outra voz negra brasileira essencial - Áurea Martins:
https://www.youtube.com/watch?v=6ERXyE0pWGA
Assinar:
Postagens (Atom)




























































