15 de março de 2016

Papo cultural com Francisco Ucha e Álvaro de Moya


Encontro agradabilíssimo com Francisco Ucha e Álvaro de Moya em São Paulo hoje. Conversamos sobre cinema, música, televisão, e claro, quadrinhos. Entre folheadas no belo Almanaque do Tico-Tico de 1945 da sua coleção e outras na pasta de "antiguidades culturais" que levei especialmente para a ocasião, mestre Moya nos brindou com preciosidades saídas de sua memória privilegiada, como a lembrança de um artigo seu e de Syllas Roberg escrito para o jornal O Tempo em 1950 e que acabou saindo mais tarde em uma coletânea no exterior. Em sua mesa do escritório, uma foto de Paolo Serpieri, pai da Druuna, a quem chamou de "um grande amigo". Ele citou também outro grande amigo das antigas, Zaé Jr., companheiro dos tempos de Gazeta Juvenil que o visita com frequência até hoje. Já quando o assunto desviou para a antiga redação da Abril ainda na João Adolfo, centro de São Paulo, Moya relembrou que suas capas para o O Pato Donald foram todas feitas em 1952. E Ucha salientou que algumas ilustrações internas de Misterix ( já em 1953) são de Moya.
Isso é só um dedinho da prosa toda. Que venham outras como essa!

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