

Destaquei este acima, por ser um dos mais antigos da coleção e também por dois motivos que me saltaram aos olhos: a capa do 'combatente editorial' Fortuna, um dos homens que mais batalharam no humor gráfico brasileiro e a seção "Vira-Lata", na última capa, um espaço que trazia charges de acordo com o tema de cada edição e fez história. Não é pra menos; basta constatar o número de feras em tão pouco espaço de papel. No exemplo acima, tem até desenho a seis mãos: Glauco, Nilson e o mestre Henfil (clique nas imagens para obter o zoom).
Grande Marcão!
ResponderExcluirNão me lembrava das charges, mas é impossível não sentir saudades do Folhetim e da época em que as redações faziam as justas reverências aos sábios. O Folhetim era um refúgio para um debate de alto nível sobre temas de grande interesse social. Não tem nada a ver com o lixo que os sabujinhos invertebrados da Barão de Limeira produzem hoje em dia.
Parabéns pelo blog, Marcão!
Almir
é isso aí, grande Almir!
ResponderExcluirpodemos juntar a Folha, o Estadão, a Veja e outras "majors" do jornalismo atual, e não teremos nem a unha do mindinho de qualquer "nanico" de duas décadas atrás. Hoje, além da falta de tesão e paixão que acomete as redações, ainda temos uma busca descontrolada por "celebridades" e violência. Debate de alto nível? que saudade!
abs
Marcão